Diário da Serra

Escola Estadual Ramon Sanches arrecada alimentos para o Hospital de Câncer

Secom-MT 02/12/2019 Educação

Os alunos, acompanhados dos professores responsáveis pela iniciativa, estiveram em Cuiabá nesta quinta-feira (28.11) para fazer a entrega dos alimentos ao hospital

Educação

Alunos da Escola Estadual de Tempo Integral Ramon Sanches Marques, do município de Tangará da Serra (localizada a 239 quilômetros de Cuiabá), participaram de uma campanha de arrecadação de leite condensado e gelatina em prol do Hospital de Câncer de Mato Grosso. Os alunos, acompanhados dos professores responsáveis pela iniciativa, estiveram em Cuiabá nesta quinta-feira (28.11) para fazer a doação dos alimentos ao hospital. Foram arrecadados em torno de 5.200 produtos.

 

A iniciada da campanha foi do professor de história e da disciplina eletiva “Cidade Cidadã” Cleber Junior Ferreira, em parceria com a professora de química e prática experimental Daiane Aparecida Souza.

 

Segundo Daiane Souza, a ideia inicial era arrecadar esses produtos alimentícios para que os alunos, da disciplina eletiva, desenvolvessem o sentimento de solidariedade e cooperação.

 

“Mas a ideia foi além, a partir disso foi criado uma gincana em que a sala que mais arrecadasse esses produtos ganharia como prêmio um passeio a Cuiabá e ainda entregaria os alimentos ao hospital”, explica a professora.

 

Os alunos da EE Ramon Sanches arrecaram 5.200 alimentos

A campanha teve duração de dois meses, com início no mês de agosto e encerramento em novembro. Participaram da gincana 10 turmas da escola, tendo como meta inicial a arrecadação de 2.200 produtos. A turma ganhadora foi a do 1º Ano C, que arrecadou o maior número de alimentos.

 

“Com o projeto ‘Doce Vida’ conseguimos desenvolver nos alunos a solidariedade, a união e trabalhar a interdisciplinaridade, auxiliando na matemática e em português, entre outras disciplinas”, ressalta Cleber Ferreira

 

“Foi muito gratificante e os alunos amaram toda a campanha e querem que ela seja repetida nos próximos anos”, concluiu a professora Daiane.

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