Diário da Serra

SOU PROFESSOR

Sebastian Ramos 13/10/2019 Artigos

Eis uma profissão que colabora na formação da maioria das profissões

Artigo

15 de outubro, dia das professoras, dia dos professores. Eis uma profissão que geralmente é lembrada pela maioria das pessoas. Eis uma profissão que está nas lembranças da maioria das pessoas. Eis uma profissão que é necessária para a maioria das pessoas. Eis uma profissão que está presente na vida da maioria das pessoas. Eis uma profissão que colabora na formação da maioria das profissões. Ser professor para mim é uma realização pessoal. Me sinto feliz em ser professor. Desde que decidi ser professor nunca me arrependi da escolha. Me sinto feliz em fazer o que faço. Me sinto realizado em exercer esta profissão. Me sinto grato em poder contribuir na formação de pessoas, na inspiração de almas. Gosto dessa possiblidade, inspirar almas, inspirar pessoas, inspirar gentes. Muito mais do que a prática do ensinar, em sala de aula me sinto no dever de inspirar, de despertar para o conhecimento, de aproximar as pessoas da arte do saber. A busca pelo conhecimento, o desejo de aprender me tornou professor. Ser professor para mim é poder ajudar a pensar, ajudar a aprender, ajudar a ser mais gente. Isso mesmo, mais gente, pois acredito que o conhecimento nos transforma em outra gente, nos apresenta para outras realidades, nos torna de fato mais gente. Ser professor é poder unir o ensinar com o aprender. Ensinar e aprender são verbos inerentes à profissão de professor, são verbos condutores do exercício da profissão.  Houve um tempo em que ser professor, ser professora era o desejo de muitas pessoas, talvez a primeira opção profissional que se descortinava na vida de muitas pessoas. Muitas vezes me ponho a pensar sobre como esse processo mudou, como a profissão de professor deixou de ser o desejo profissional de muitas pessoas, a meta como carreira a ser construída. É fato que os tempos são outros, as necessidades são outras, as profissões evoluíram, os cenários mudaram, o modelo de sociedade alterou-se. Muito além das mudanças naturais no processo de evolução, a pergunta que me faço está na seara da valorização e desvalorização profissional desta profissão. Será que a desvalorização profissional colaborou para que o desejo de ser professor (a) deixasse de ser mais frequente? Existe a desvalorização profissional do professor e da professora? Como uma profissão dita tão importante para as pessoas e para sociedade oscila entre a valorização e a desvalorização? O que há de fato para ser reparado na profissão das professoras e dos professores? Há algo? Como reconduzir a profissão ao seu lugar conquistado?  Valorizar e respeitar o professor e a professora é uma prática necessária, como com qualquer outra profissão. Parabéns professores e professoras!  

Prof. Me. Sebastian Ramos
professorsebastian@hotmail.com



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