Diário da Serra

PM DE TANGARÁ – Alunos do projeto Judô Tatame participam de cerimônia de troca de faixa

Fabíola Tormes / Redação DS 23/11/2021 Esportes

Judocas receberam as faixas laranja, azul e cinza

Esportes

O 19° Batalhão de Polícia Militar de Tangará da Serra realizou na noite da última segunda-feira, dia 22 de novembro, a solenidade de passagem de faixa das crianças/adolescentes do projeto de Judô Tatame.

Na oportunidade, de acordo com o Comandante do 19º Batalhão, Tenente Coronel PM Vanilson da Silva Moraes, cerca de 120 atletas participaram da cerimônia, recebendo as faixas laranja, azul e cinza, conforme graduação.

“A graduação ou troca de faixa é uma consequência do aprendizado e não se referem apenas à destreza na realização dos golpes, técnicas perfeitamente aplicadas, perfeição dos ukemis, etc. Em sua essência, a graduação ou mudança de faixa deverá estar sempre atrelada à evolução do praticante dentro e fora do Dojo, ou seja, respeito aos pais, irmãos, amigo, colegas e, principalmente, aos inimigos que porventura os tenham. Esse equilíbrio e respeito ao próximo é que valida realmente a graduação e/ou troca de faixa de um judoca que pratica em seu dia a dia esse esporte tão nobre que é o judô”,
destacaram os responsáveis, durante a cerimônia, que contou com a presença de autoridades e familiares.

O projeto iniciou em meados de 2003, capitaneado pelo sensei Wilson Verta, em 2008 fora firmado uma parceria com a Polícia Militar. O intuito é executar um projeto social, vinculado a área Cultural e Esportiva, dentro da filosofia das artes marciais e da polícia militar, com a finalidade de suprir carências, efetuar intervenções pela não violência e pela mudança de paradigmas.

“O objetivo é que as crianças e adolescentes envolvidos no projeto tenham desenvolvimento sócio-afetivo-cultural, com novas possibilidades de visibilidade social”.

Desde então, mais de 3 mil alunos já passaram pelo projeto.

“A Polícia Militar aposta nas artes marciais como uma forma de resgatar vidas, em parceria com a sociedade civil organizada”,
reforça o sensei Welinton Fabiado da Silva.

O projeto atende crianças e adolescentes de 4 até 18 anos.

Notícias da editoria