Diário da Serra

461,46 KM – Estado iniciará recuperação de estradas não pavimentadas da região

Fabíola Tormes / Redação DS 03/12/2020 Geral

Serão contemplados Tangará, Nortelândia, Campo Novo, Nova Maringá e São José do Rio Claro

Assinatura da Ordem de Serviço

O presidente do Consórcio de Desenvolvimento da Região do Alto do Rio Paraguai, prefeito de Nortelândia, Jossimar José Fernandes – Zema (PP), esteve nesta quarta-feira, dia 2 de dezembro, na capital do Estado, para assinar a ordem de serviço para recuperação de estradas não pavimentadas da região.


De acordo com Zema, serão recuperadas 461,46 quilômetros de estradas não pavimentadas, localizadas nas MTs 358, 448, 488, 249, 343, 160 e 235, contemplando os municípios de Tangará da Serra, Nortelândia, Campo Novo do Parecis, Nova Maringá e São José do Rio Claro, além de três pontes de madeira. Os trabalhos serão realizados pela empresa ENPA Engenharia e parceria Eirelli.


“Hoje um dia importantíssimo para minha gestão à frente do Consórcio de Desenvolvimento da Região do Alto do Rio Paraguai, são os primeiros frutos após muitos anos dedicados a por a casa em ordem”, comemorou Zema,  ao agradecer ao Governo do Estado de Mato Grosso, através do Governador Mauro Mendes, assim como ao presidente da MT Participações e Projetos (MT PAR), Wener Santos.


“O Cidinho conseguiu viabilizar para o consórcio, para atender essas MTs não pavimentadas, rodovias com maior número de escoação de grãos na nossa região e as que mais sofrem agora na época da chuva”, completou Wener, ao ressaltar que a articulação foi do ex-senador Cidinho Santos, junto ao Governo do Estado, para atender a região. “Então conseguimos esse recurso junto ao Governo do Estado para atender o Consórcio e atendendo, neste primeiro momento, essas rodovias desses municípios”.


A ordem de serviço foi assinada nesta quarta-feira, 2, e a empresa iniciará imediatamente a mobilização das máquinas e equipes. O primeiro município a ser atendido será Nortelândia e depois segue Tangará, Campo Novo e sequência.


O trabalho, segundo Santos, seguirá pelos próximos seis meses. “Vamos conseguir ajudar agora no começo da chuva, no meio da chuva e no final consegue dar uma repassada e deixar tudo pronto”.
 



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