Diário da Serra

Aulas presenciais do ensino infantil das escolas municipais de Tangará da Serra são suspensas por causa da Covid-19

Redação DS / G1 MT 03/03/2021 Educação

A previsão de retorno é para o dia 3 de maio, podendo ser antecipado ou prorrogado. Com isso, as aulas no município, durante a suspensão, seguem de forma online.

Educação

As aulas presenciais do ensino infantil das escolas municipais de Tangará da Serra foram suspensas, conforme decisão tomada pela Secretaria Municipal de Educação (Semec) em Portaria 001/2021, publicada nesta terça-feira, 2. 


A previsão de retorno é para o dia 3 de maio, podendo ser antecipado ou prorrogado. Com isso, as aulas no município, durante a suspensão, seguem de forma online.
 

De acordo com o secretário Vagner Constantino Guimarães, a nova medida considera os Decretos do Governo do Estado de Mato Grosso, para conter o avanço da Covid-19, mesmo que não mencionem o interrupção das aulas presenciais, assim o agravamento da doença no Estado e em diversas cidades do Estado. 
 

“Tínhamos iniciado as aulas presenciais no dia 22 de fevereiro, com a educação infantil nos centros que foram possíveis e tínhamos consciência de que se fosse preciso dar um passo atrás, daríamos no momento que fosse necessário. Com o agravamento da Covid-19 no Estado de Mato Grosso, nas cidades próximas e também aqui em Tangará da Serra, e com a proximidade de iniciarmos as aulas nas séries dos anos iniciais e anos finais, e correr o risco de ter que interromper, preferimos tomar uma medida com mais segurança, fazendo a interrupção das aulas presenciais neste momento”, explicou o gestor.
 

Além do ensino infantil, o retorno presencial dos alunos do Ensino Fundamental 1 (do 1º ao 5º ano) e do Fundamental 2 (do 6º ao 9º ano) que estavam previstas para os dias 8 e 22 de março, respectivamente, também foram adiadas. 
 

“Vamos concluir o primeiro bimestre de forma não presencial, nos organizar e retornar, se Deus quiser, com muito mais segurança, no segundo bimestre com as aulas presenciais”.
 

O retorno a esse público seria com uma metodologia de ensino híbrido (presencial e não presencial) que conta com revezamento de alunos nas aulas presenciais para garantir o distanciamento adequado nas salas e espaços comuns.

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