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  Tangará da Serra, 26 de julho de 2017.  
Tangará da Serra - MT


Em 01/07/2017
Complexo hospitalar de Tangará completa um ano hoje


A Unidade de Pronto Atendimento possui 1.202 metros quadrados de área construída


Inaugurada em 1º de julho de 2016, o Hospital Municipal Arlete Cichetti de Brito, a  Unidade de Pronto e Atendimento (UPA) ‘Ari Torres’ e da Central do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) de Tangará da Serra, completa hoje um ano.
Após sua inauguração, várias mudanças foram percebidas e nem sempre de forma positiva.
Segundo o secretário de Saúde, Itamar Martins Bonfim, completar um ano é motivo de muita alegria, uma vez que o complexo hospitalar foi acalentado por longos e difíceis anos. “Vejo com muita felicidade esse um ano de complexo hospitalar, até porque a gente conseguiu colocar em um só lugar a UPA 24 horas, o Samu e o Hospital Municipal, sendo que o  Samu faz o socorro e já encaminha para a Upa, que encaminha para o hospital. Além disso, ficamos próximos ao laboratório, que possibilita maior rapidez na entrega dos exames, que antes acabavam por prender o paciente no hospital, porque era particular e demorava bastante”, ressalta o secretário, ao destacar que hoje a estrutura comporta com excelência os pacientes que buscam atendimento no complexo. “Na questão estrutural estamos de parabéns pois antes era muito sofrido. Temos ali tudo separado com entradas especificas, temos a classificação de risco do Protocolo de Manchester, que prioriza que os casos mais graves sejam atendidos mais rápido, além do setor de avaliação, uma brinquedoteca, setor de nutrição, lavanderia, farmácia com almoxarifado, bem como o CME que é o setor de material e esterilização, além do setor administrativo”, elenca o responsável, ao reforçar a agilidade dos procedimentos, o que antes era um dos maiores motivos de reclamações da população.
A Unidade de Pronto Atendimento possui 1.202 metros quadrados de área construída, com investimento de R$ 916.629,87, sendo R$ 733.303,90 de recurso Federal e uma contrapartida do município de 20%, o que equivale a R$ 183.325,97.
Utilizando 340 metros quadrados, no prédio da Central do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), que também integra o complexo hospitalar, foram investidos R$ 242.831,58, sendo todo o valor proveniente de recursos próprios do orçamento municipal. Já o Hospital Municipal possui mais de 2.600 metros quadrados de área construída e mais de R$ 7,5 milhões de investimentos.
Nestes espaços foram gastos cerca de R$ 8 milhões, somente de recursos próprios, o que   totaliza  4.200 metros quadrados de área construída.

“Precisamos  de ajuda,  porque sozinhos não temos condições”

O complexo de saúde entregue há um ano ao município trouxe sobremaneira melhorias para a população tangaraense, mas apesar de uma estrutura moderna ainda não disponibiliza a mesma em sua totalidade para a comunidade.
Atualmente dos 105 leitos que a unidade tem capacidade para comportar, somente 46 estão em funcionamento, sendo que cerca de 75 já foram adquiridos, mas ainda não podem ser colocados à disposição da população.
De cordo com o Secretário, Itamar Martins Bonfim isso ocorre por falta específica de pessoal. “O hospital tem capacidade para 105 leitos, incluindo os 10 da UTI, mais três da semi UTI. 46 estão sendo utilizados e 75 comprados, mas por falta de recursos não temos como contratar os profissionais que necessitamos, que seria em torno de 20 técnicos em enfermagem, oito enfermeiros e mais médicos”, explica o responsável pela pasta, destacando que para resolver essa questão, o município já  apresentou ao estado um plano de fortalecimento regional que é para ter o Hospital de Tangará como referência para atender as cirurgias de urgência e emergência e traumatologia. “Isso já foi aprovado pelo município e já foi ventilado pelo estado, que está buscando uma forma de também colocar em funcionamento o Centro Cirúrgico que temos um montado e a UTI mas precisamos também de profissionais específicos da área, que seriam mais 20 técnicos em enfermagem, 4 enfermeiros,  2 anestesistas, 3 cirurgiões  e três ginecologistas obstetras, então para funcionar precisamos desse recurso que estamos pedindo para o estado”, salientou ao assegurar que assim que o estado realizar a liberação do financiamento tanto Centro Cirúrgico e UTI passarão a serem utilizados.
Ainda de acordo com Bonfim, o setor de Recursos Humanos já está fazendo o impacto financeiro  nas contas do Executivo para que pelo menos um Centro Cirúrgico passe a funcionar. “Temos muita vontade de ver tudo funcionando, mas para isso, precisamos de ter um recurso do Ministério da Saúde ou do estado porque sozinhos não temos condições”, pontua.


>> Rosi Oliveira - Redação DS




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