Tangará, atualmente, conta com quatro ecopontos
Com o início do período chuvoso, o volume de podas de árvores e material verde descartado em Tangará da Serra aumenta e fortalece o trabalho de destinação correta realizado pelo Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae).
O coordenador de Resíduos Sólidos da autarquia, Gabriel Oliveira, explica que a quantidade oscila conforme a época. “Na época da chuva acaba acontecendo de cair árvore, aumenta o volume. Não dá pra saber certinho a quantidade, porque esse material não é pesado”, afirma. No ano passado, 710 toneladas do que não pôde ser reaproveitado foram enviadas ao aterro municipal.
O material verde, que pode ser reutilizado, é triturado em dois pontos da cidade: no aterro municipal e principalmente, no Ecoponto do Tarumã. Já o destino do material triturado é variado.
“Esse material é destinado a pequenos produtores que usam pra compostagem e horta. A Secretaria de Agricultura recolhe, e algumas fazendas vão lá coletar. Algumas escolas também solicitam para utilizar em hortas, e também hortas comunitárias que estão sendo desenvolvidas no município”.
Tangará, atualmente, conta com quatro ecopontos, que funcionam de segunda a sábado, das 7h às 19h, localizados no Jardim Acapulco, Jardim dos Ipês, Tarumã e Vila Esmeralda. A população pode descartar podas, materiais de jardinagem, móveis e madeira. O limite diário de descarte é de um metro cúbico por morador, ou seja, aproximadamente uma carretinha simples carregada com podas e restos de jardinagem.
Gabriel explica que o material fica disponível no Ecoponto do Tarumã caso a população queira utilizar para compostagem. A retirada do material pela população também é permitida, apenas para retirada em grandes quantidades, com uso de maquinário, é necessária autorização junto ao órgão.
Todo o processo segue o Plano Municipal de Gestão de Resíduos Sólidos (PMGIRS), reforçando o compromisso com o descarte responsável e o reaproveitamento ambientalmente correto no município.