As Ovitrampas foram montadas no mês de outubro, nos dias 21 e 22 e recolhidas no dia 29 do mesmo mês
Para complementar o trabalho, dessa vez, a Vigilância Ambiental em Tangará da Serra realizou concomitante ao Levantamento do Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) a colocação de Ovitrampas, que são armadilhas onde o Aedes deposita seus ovos, e, infelizmente, assim como o LIRAa, as Ovitrampas apontaram que 79% do município está com índice de infestação do mosquito transmissor da dengue, Zika, chikungunya e febre amarela urbana.
As Ovitrampas foram montadas no mês de outubro, nos dias 21 e 22 e recolhidas no dia 29 do mesmo mês e apontam que o perigo de que a Saúde municipal sofra um colapso por casos de arboviroses é real, se os moradores não fizerem a eliminação do mosquito.
“Tangará da Serra não está cuidando do seu quintal, e por isso, fazemos um alerta, e pedimos para população estar atenta, porque se nós tivermos uma nova epidemia de dengue ou chikungunya, nós vamos encher a Upa e as unidades de Saúde”,
alerta Elias Duarte, Supervisor de Campo da Vigilância Ambiental.
As armadilhas, no total de 251, foram colocadas em todos os bairros da cidade, especificamente nas áreas vermelhas, ou seja, apontadas anteriormente como as mais afetadas pelo Aedes aegypti.
“Quase todos os bairros estão com a área vermelha, isso quer dizer que Tangará da Serra deve estar em alerta”, anuncia o supervisor.
Segundo Elias, diante dos índices, a Vigilância Ambiental intensificará os trabalhos de palestras, vistorias e se preciso, os moradores serão multados para que o problema seja resolvido.
“Esse é um trabalho de todos nós, não é justo que quem faz seu trabalho seja prejudicado por que não faz”,
ressalta Duarte.