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RECONHECIMENTO NACIONAL - Tangará será certificada por avanços na eliminação da transmissão vertical

Redação DS / Ministério da Saúde 01/12/2025 Saúde

O processo de certificação é parte fundamental da estratégia nacional para alcançar as metas de eliminação de infecções e doenças como problemas de saúde pública

Programação do “Dezembro Vermelho”

Nesta quarta-feira, dia 3 de dezembro, o Ministério da Saúde realizará em Brasília a cerimônia de entrega da Certificação Subnacional da Eliminação da Transmissão Vertical. Neste ano, 59 municípios e 7 estados serão reconhecidos com certificados e placas por alcançarem a eliminação ou receberem selos de boas práticas (ouro, prata ou bronze) rumo à eliminação da transmissão vertical de HIV, sífilis e/ou hepatite B em seus territórios.

Tangará da Serra estará presente nesta cerimônia e receberá a elevação dos selos de eliminação da transmissão vertical do HIV, da sífilis congênita e da hepatite B.

A entrega das certificações integra a programação do “Dezembro Vermelho” – mês de conscientização sobre HIV e aids – e ocorre num momento histórico: o ano que o Brasil alcançou as metas de eliminação da transmissão vertical de HIV e em que o Ministério da Saúde celebra 40 anos da resposta brasileira à aids.

O processo de certificação é parte fundamental da estratégia nacional para alcançar as metas de eliminação de infecções e doenças como problemas de saúde pública. Para Pâmela Gaspar, coordenadora-geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, o engajamento de gestores locais tem sido decisivo ao processo.

“A certificação fortalece as ações tripartite, além de fomentar, apoiar e reconhecer os esforços de estados e municípios para a eliminação da transmissão vertical. Ano a ano, temos mais estados e municípios aderindo ao processo e se certificando. Com isso, o Brasil avança cada vez mais no alcance das metas de eliminação”,

afirma a coordenadora-geral.

Para receber a certificação, os municípios a serem certificados precisaram comprovar indicadores de impacto e de processo, manter bases de dados qualificadas e passar por validações da Comissão Estadual de Validação (CEV) e visitas da Equipe Nacional de Validação (ENV), as quais foram realizadas entre junho e setembro deste ano.
 

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