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Histórias de Tangará - Fundador do Independente Esporte Clube relembra fundação do time que despontou no cenário regional

Rosi Oliveira / Redação DS 08/01/2026 Esportes

O Independente fez história com muitos títulos, sendo destaque a nível de futebol regional

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Celeiro preparatório de muitos atletas, a história de Tangará da Serra no futebol é antiga, reporta-se aos anos de 1970, quando surgiu o time Independente Esporte Clube, fundado em 15 de abril de 1971. “Eu costumo contar que essa história começa com nossos parentes, aqui na chamada Turma do Ismael, chamada Banana Rocha, que nos convidou para fazer um jogo na Reserva”, relata José Ezequiel Ramos, fundador do Independente. “Então, fomos eu, o Lauro, os meninos do Sebastião, o Beto, o Dinho da Diva, o Maíro, fazer aquele jogo, e aquele jogo nos motivou”, relata, ao informar que, depois dessa partida, surgiu a ideia de fundar um time, e, com isso, iniciou a busca pelo nome. “Tinha várias opções, mas a turma achou esse o melhor”, lembra.

José Ezequiel pontua que não se sabe precisamente a data de fundação, mas como havia a necessidade de uma – a escolhida foi 15 de abril.

Levando o nome de Tangará da Serra, o Independente fez histórias com títulos e títulos, sendo destaque a nível de futebol regional.

De acordo com o fundador, o clube ficou sob sua direção até 1973, quando saiu do município para estudar. A partir de então, foi repassado ao Lauro, que deu continuidade ao projeto.

Durante a entrevista, o fundador se recordou dos apoiadores do time como o pai Gabrielzinho, o pai da esposa, Seu Silvestre, o Sr. Francisco e o Seu Gramafalda, que sediam as casas deles, que funcionavam praticamente, como a sede do Independente, onde o time se trocava, inclusive.

O Independente seguiu dando alegrias aos torcedores até 1984 quando a profissionalização teve início. “O Lauro chegou e falou, não vai dar mais, porque o time é mantido com o esforço do jogador. E aí, naquela época, já tinha competição de outros times, onde já tinham empresários, pessoas que já ofereciam para o jogador chuteira, farda, ou seja, o jogador já tinha só que jogar, não tinha despesa, coisa que na história do Independente era o contrário, quem bancava o time eram os próprios jogadores”, narra.

Os agradecimentos também seguem ao Silvinho e Amilton (Colerinha). Quanto aos títulos, o fundador não consegue precisar, mas assegura que foram diversos.

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