Diário da Serra
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AVALIAÇÃO – Direção das escolas Professor João Batista e Manoel Marinheiro veem como positiva conversão para cívico-militares

Rosi Oliveira / Redação DS 02/03/2026 Educação

Tangará passa a contar com sete escolas cívico-militares

Consulta foi realizada nos dias 24 e 25 de fevereiro

Com a consulta pública realizada nos dias 24 e 25 de fevereiro, em 66 escolas regulares de 28 municípios, a Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso passa a contar com 170 unidades no modelo de gestão cívico-militar. Em Tangará da Serra, além da Escola Estadual 13 de Maio, que optou pela não conversão, passaram pelo processo de consulta pública outras cinco escolas, que a partir de agora, com a aprovação da comunidade escolar, serão cívico-militares, sendo:

  • EE 29 de Novembro (aprovada com 71,4% dos votos);
  • EE Professor João Batista (74%);
  • EE Manoel Marinheiro (96,4%);
  • EE Vereador Ramon Sanches Marques (90,2%);
  • EE Dr. Hélcio de Souza (94,1%).

No modelo cívico-militar, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) continua mantendo a responsabilidade sobre o currículo escolar, enquanto os militares da reserva aprovados em exame seletivo participam de atividades extracurriculares e na gestão educacional. Isso inclui estabelecer normas de convivência e desenvolvimento de atividades que envolvam a comunidade escolar, o que para a direção destas unidades é muito vantajoso.

“A gente vai ter uma ajuda a mais dentro da escola, para nos ajudar na questão de disciplina dos alunos”,

comenta Edma Neuza de Moraes Ribeiro, diretora da Escola Estadual Professor João Batista.

“Eu acredito que essa nova modalidade cívico-militar veio só a somar com a educação que a gente já tem”,

pontua.

Assim como Edma, a diretora da escola Manoel Marinheiro, acredita no novo processo.

“Eu acredito que vai melhorar muito na questão do aprendizado do aluno”,

salienta, ao destacar a diferença que os policiais farão nas mais diversas situações.

“Vão orientar, chamar um pai para conversar, dar orientação para os alunos dentro do que pode, o que não pode e com uma autonomia maior do que nós civis. Porque quando nós chamamos o aluno, orientamos, falamos, ainda é de uma forma diferente. Já eles, vão falar dando as orientações legais para esses alunos”

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