Projeto de campus em Tangará mobiliza oito municípios da região
Como veiculado pelo DS, desde o dia 4 de março uma equipe da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) está em Tangará da Serra, e, seguem até esta sexta-feira, 6.
O motivo da vinda dos servidores ao município é a expansão da universidade para Tangará da Serra, que há anos tem se empenhado junto a universidade para ter um campus.
A visita buscou confeccionar um roteiro de trabalho a fim de buscar uma consulta pública e universal, reunindo outras cidades do entorno e proximidades.
Para isso, na manhã desta quinta-feira, 05, aconteceu uma conferência remota com oito desses municípios, Sapezal, Campo Novo do Parecis, Porto Estrela, Nova Olímpia, Santo Afonso, Nova Marilândia, Denise e Barra Bugres, para a junção de apoio, que contemplará a todos.
Durante a conferência foram apresentadas aos participantes, pela equipe, a metodologia que será aplicada na pesquisa pública.
Por conseguinte, durante a visita, a equipe realizou em Tangará da Serra o levantamento de possibilidades, apoio, entre outras informações. Depois disso, o material será trabalhado, e assim, uma proposta será confeccionada e repassada aos municípios interessados.
Proposta essa, que será apresentada pela própria reitora Marlúcia Aparecida Souza e Silva, no dia 16 de março.
“Teremos o privilégio de tê-la conosco, conversando com a população de Tangará da Serra e região, que estará convidada”,
comenta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Silvio Sommavilla, ao explicar como a votação para escolha dos cursos funcionará.
“Os profissionais pesquisadores criaram um projeto que envolve toda a região por segmentos, onde os estudantes de segundo grau estarão respondendo esse questionário, além da sociedade civil organizada, as instituições, as empresas, as etnias, setor produtivo, comunidade geral, instituições públicas e privadas, e também as gestões dos municípios limítrofes com Tangará da Serra”,
relata.
“Eles é que irão, nesta consulta, identificar qual ou quais os cursos que deverão ser os primeiros implantados aqui em Tangará”,
ressalta o secretário, ao pontuar que o mínimo serão três cursos, podendo chegar a cinco, já, possivelmente a partir do próximo ano, dependendo das escolhas que a sociedade fará.
“Esse é um passo decisivo. Agora concretamente começa esse projeto, que é o primeiro desafio que nós temos de produzir esta ciência, esses dados, esses números, para embasar então um projeto de expansão da universidade”,
declara.
Ainda de acordo com Sommavilla, os demais caminhos de articulação política estão sendo feitos em Cuiabá e Brasília.
A reunião com a reitora Marlúcia será no Centro Cultural Pedro Alberto Tayano, às 19h, do dia 16 próximo.