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NESTA SEGUNDA-FEIRA – Tangará da Serra discute implantação de cursos da UFMT em seminário aberto à comunidade

Fabíola Tormes / Redação DS 16/03/2026 Política

O encontro contará com a presença do prefeito Vander Masson e da reitora da UFMT, Marluce Aparecida

Política

A Prefeitura de Tangará da Serra e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) realizam nesta segunda-feira, 16 de março, um seminário para apresentar o questionário de consulta popular que irá auxiliar na definição de cursos superiores que poderão ser implantados no município.

O encontro contará com a presença do prefeito Vander Alberto Masson e da reitora da UFMT, Marluce Aparecida Souza e Silva, e acontecerá a partir das 19h, no Centro Cultural Pedro Alberto Tayano Filho. A proposta é envolver a comunidade no processo de decisão, permitindo que a população indique quais áreas de formação considera mais importantes para o desenvolvimento da região.

De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Silvio Sommavilla, a chegada da universidade federal ao município está sendo construída de forma gradual e com participação coletiva.

“A vinda da UFMT para Tangará é um processo. O município de Tangará tem interesse, a região tem interesse, a sociedade nós vamos perceber a temperatura na segunda-feira, se ela está afim ou não”,

afirmou.

Segundo o secretário, até o momento o projeto tem recebido apoio amplo de diversos segmentos da sociedade.

“As entidades todas, praticamente, foram unânimes no apoio até agora. Instituições, indústrias, empresários, profissionais liberais, todas estão se manifestando”,

destacou o secretário, ao garantir que a consulta pública será fundamental para indicar quais cursos deverão ser priorizados. 

Sommavilla explica que a universidade pretende ofertar graduações que ainda não existam no município, evitando concorrência com instituições já instaladas.

“Quem vai definir os cursos será a própria comunidade, a definição dos primeiros cursos né. E não serão cursos que já estão em funcionamento aqui, eles não têm interesse de trazer nada que já esteja funcionando aqui em Tangará. Então ela não concorre com ninguém, porque eles têm também, no arcabouço deles, todas as áreas”,

explicou.

Ele também ressalta que a instituição pode, inclusive, criar novas áreas de formação de acordo com o perfil regional.

Após a apresentação do questionário, será iniciada a etapa de coleta de respostas. A meta mínima é alcançar 1.126 formulários preenchidos em Tangará da Serra e municípios vizinhos, número necessário para que a universidade aplique sua metodologia de análise.

“Durante três dias nós vamos distribuir os calendários para buscar 1.126 preenchimentos na região”,

explicou.

Os questionários serão aplicados em três eixos: estudantes que estão concluindo o ensino fundamental, representantes da sociedade civil organizada e a população em geral.  

“É uma consulta pública para identificação dos cursos no perfil de cada município”,

reiterou Sommavilla, ao reforçar o convite para participação das entidades, associações, cooperativas, empresários, profissionais liberais e também aos municípios da região. 



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