O RGA será concedido seguindo os índices estabelecidos
Anunciado pelo prefeito Vander Masson recentemente, o Reajuste Geral Anual (RGA) dos servidores municipais de Tangará da Serra foi aprovado durante a 9ª Sessão Ordinária realizada na terça-feira, 31 de março, na Câmara Municipal.
O projeto foi analisado em regime de urgência especial, autorizando ao chefe do Executivo a proceder o pagamento 4,26% a serem aplicados retroativo a partir de 1º de março de 2026, aos servidores municipais exceto a categoria Professores.
Para estes, os professores, o Piso dos Professores 2026 – Magistério 40h de R$ 5.130,63, será de acordo com a Medida Provisória Nº 1.334, de 21 de janeiro de 2026, a serem aplicados retroativo a partir de 1º de janeiro de 2026.
O RGA será concedido seguindo os índices estabelecidos, como salienta o prefeito Vander Masson, 5,40% para os professores e 4,26% para os demais servidores.
São dois RGAs, o piso salarial que é o índice da inflação acumulada no ano.
Cabe salientar que o caso ocorra a revisão do piso salarial profissional nacional fixado através de Lei Federal, aos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias, a revisão ora aplicada será objeto de equiparação entre o índice fixado pelo Governo Federal e o Municipal.
Durante a sua fala na tribuna da Casa de Leis, a vereadora Sarah Botelho voltou a falar do assunto e a salientar que antes da porcentagem pactuada durante a sessão, outros valores foram apresentados.
“Ao longo dos anos o nosso salário está ficando defasado porque sempre ele é inferior a porcentagem anual do salário-mínimo”, rebate. “Além da gente falar de uma economia que fica fechada nos cofres do município, a gente não está falando só de valorização, mas de muito mais. De um tempo de congelamento, em que vemos de forma nacional o salário-mínimo avançar e a nossa cidade ficar para trás”.
Para conceder o RGA, segundo Masson, o Executivo fez vários estudos amplos, entendendo que a reposição é de direito do servidor. Na oportunidade do anúncio da recomposição, Masson deixou claro que os cofres públicos passam por baixas, mas que o RGA seria pago.
“Estamos necessitando de recursos, mas não podemos deixar todos os servidores que estão na expectativa e precisam dessa correção inflacionária, que é importante, porque nós não podemos deixar o poder aquisitivo dos servidores ser reduzido pela falta do RGA”.
Masson destacou ainda que durante todo o seu governo, sempre houve a concessão do RGA, inclusive, com a concessão após uma proibitiva relacionada a administração anterior no ano de 2022.