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EMERGENCIALMENTE – Município conta com nova empresa na coleta de resíduos sólidos desde o dia 1º maio

Rosi Oliveira / Redação DS 04/05/2026 Geral

contrato emergencial tem validade de seis meses até um ano

RLP Ambiental assumiu de forma emergencial

Após sete meses do início de prestação de serviço na coleta de lixo em Tangará da Serra, a empresa foi descredenciada e desde a sexta-feira, dia 1º, uma nova empresa realiza o serviço.

A nova empresa foi contratada através de um processo emergencial, para que os munícipes não fiquem sem o trabalho, considerado essencial.

“O contrato tem validade de seis meses até um ano, e já nessa semana, nós abriremos um novo processo de licitação para fazer contratação de uma empresa que assumirá a coleta”,

informa o diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Samae) Marcos Scolari.

Para a contratação o município buscou aval junto ao Ministério Público que entendeu e atestou a decisão. Em seguida, houve a busca de empresas do setor para solicitação de valores.

A empresa RLP Ambiental que assumiu os trabalhos é de Rondônia e já comunicou a doação de contêiners que serão colocados em diversos pontos do município.

“É uma empresa conceituada, o que verificamos através de levantamento, e, parece estar com vontade de trabalhar”.

O destrato com a empresa anterior tem respaldo por falhas nos serviços e descumprimento de diversas cláusulas.

“A empresa que vinha prestando serviço na coleta de lixo para o município descumpriu várias cláusulas do contrato, não atendeu adequadamente, deu muitos problemas e falha nas coletas se utilizando de algumas ações não permitidas”,

ressalta o diretor da autarquia Samae.

“Não atendeu a população, não cumpriu o contrato, e a gente fez uma contratação emergencial”,

pontua.

A empresa foi vendedora do certame realizado em final de setembro, e, em outubro, já demonstrou não possuir capacidade para o serviço com caminhões inadequado e outras falhas, o que deixou a população sem os serviços, inclusive, no mês de dezembro durante as festividades de final de ano.

Segundo Marcos, desde o primeiro problema detectado, a empresa foi notificada para se readequar, o que não aconteceu, forçando o Executivo a tomar a medida de descredenciamento.

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