Evento apresentou soluções inovadoras com potencial de aplicação prática no setor produtivo
A ciência produzida em Mato Grosso mostrou sua força no encerramento do projeto Conexão para Inovação em Mato Grosso: Sistemas Agroalimentares Sustentáveis, realizado no dia 4 de maio no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), em Cuiabá. O evento reuniu pesquisadores, estudantes e instituições públicas de ensino superior em uma manhã dedicada à apresentação de soluções inovadoras com foco no desenvolvimento sustentável do setor agroalimentar.
A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) teve participação de destaque, com projetos que conectam conhecimento científico às demandas reais da produção. Entre eles, a proposta do professor Diones Krinski, do campus de Tangará da Serra: “Do bagaço ao lucro”, que propõe a extração sustentável de óleos essenciais a partir de resíduos de frutas cítricas, agregando valor a subprodutos agroindustriais.
O protagonismo da instituição foi ainda mais evidenciado com a conquista do primeiro lugar pela professora Juliana Garlet, do campus de Alta Floresta, com um projeto voltado ao controle sustentável de pragas agrícolas, com o tema: Extrato foliar encapsulado da planta pente de macaco, Apeiba tibourbou para controle da lagarta do cartucho Spodoptera frugiperda. Em sua fala, a pesquisadora destacou a importância do financiamento para impulsionar ideias inovadoras e formar novos cientistas.
“Temos pesquisas prontas para avançar, que precisam apenas de oportunidade para alcançar o mercado”,
afirmou.
O evento apresentou oito projetos desenvolvidos por equipes da Unemat, IFMT, UFMT e UFR, evidenciando o potencial científico do estado. A iniciativa foi viabilizada por meio de emenda parlamentar do senador Wellington Fagundes, fator decisivo para a realização do projeto e para o fortalecimento da pesquisa aplicada em Mato Grosso.
Representante da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), agência nacional de fomento à inovação, destacou a qualidade das propostas e a relevância da conexão entre universidades e setor produtivo, especialmente em regiões que demandam maior investimento em ciência e tecnologia.
Mais do que uma vitrine de projetos, o evento consolidou pontes entre conhecimento, inovação e desenvolvimento regional. Em um estado movido pela força do campo, a ciência mato-grossense mostra que o futuro também se cultiva com ideias.
Cuiabá foi palco, na última segunda-feira, 4, de um encontro que uniu ciência, tecnologia e desenvolvimento regional. Durante o encerramento do projeto Conexão para Inovação em Mato Grosso: Sistemas Agroalimentares Sustentáveis, o senador Wellington Fagundes destacou o papel estratégico da pesquisa aplicada para transformar realidades no campo e impulsionar o crescimento do estado.
Realizado no auditório da Famato, o evento reuniu universidades públicas como IFMT, UFMT, UFR e Unemat, além de instituições de fomento e representantes do setor produtivo. Ao todo, oito soluções inovadoras foram apresentadas, todas voltadas a desafios concretos do agronegócio mato-grossense, com foco em sustentabilidade econômica, social e ambiental.
A iniciativa só se tornou possível graças a uma emenda parlamentar destinada pelo senador, que reforçou seu compromisso com o financiamento de projetos que saiam do papel e cheguem à população.
“Precisamos garantir que esses projetos tenham aplicabilidade real. Ciência precisa gerar resultado, precisa transformar vidas”,
afirmou.
Durante sua fala, o parlamentar também ressaltou o potencial de Mato Grosso como potência produtiva e defendeu a integração entre conhecimento científico e demandas do mercado. Para ele, investir em inovação é abrir caminhos para novas tecnologias, geração de oportunidades e desenvolvimento sustentável.
O projeto, iniciado em 2025, consolida um movimento crescente de aproximação entre universidades e o setor produtivo, criando pontes entre a pesquisa acadêmica e a prática no campo. A expectativa é que as soluções apresentadas avancem para implementação, ampliando o impacto direto na economia regional.
Em tom otimista, o senador ainda reforçou a importância de olhar para o futuro com ousadia:
“O mundo está mudando rapidamente. Quem investir em ciência e inovação hoje, estará construindo as respostas de amanhã”.