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TANGARÁ DA SERRA – 1º Encontro Nacional de Motorhome reuniu pessoas de oito estados durante o final de semana

Rosi Oliveira / Redação DS 13/07/2026 Geral

Foram 70 inscritos de oito estados

Encontro aconteceu no Pesqueiro Piracema

Com expectativas totalmente superadas os organizadores do 1º Encontro Nacional de Motorhome que aconteceu entre os dias 10, 11 e 12, sexta, sábado e domingo, respectivamente encerraram o evento já com a palavra empenhada de realizar o segundo encontro.

Conforme a organização, composta por Inácio Dallas, Edson Dias e Maurício Carlos Ferreira, esse é um conceito que vem crescendo e ganhando a cada dia, mais adeptos que pensam em melhorar a qualidade de vida, podendo amanhecer ou anoitecer onde quiserem. Com uma casa sobre rodas, a maioria já visitou diversos países e percorreu quilômetros difíceis de contabilizar.

Com 70 inscritos no último final de semana Tangará da Serra se tornou anfitrião, e recebeu visitantes de diversos municípios e estados, que adotaram para a vida o campismo, que é mais conhecido como motorhome, uma cultura de viver temporariamente ao ar livre, seja em barracas, trailers, motorhomes ou kombihomes. 

O encontro foi promovido por um grupo de amigos, e, conforme o idealizador e um dos organizadores, o empresário, Inácio Dallas, foi sucesso, embora tenha sido necessária a limitação de participantes, tamanha a procura.

“Se a gente deixasse aberto, nós íamos passar de 120 inscrições. Mas, infelizmente, a gente tem que limitar um pouco, não pelo espaço, mas sim pela energia, que todo mundo depende para carregar uma bateria ou, às vezes, até ligar um ar-condicionado”,

comenta.

Entre os participantes, o casal Gilson e Nazaré que são de Roraima e tem uma kombihome, disse que o encontro ficará na lembrança.

“A acolhida foi especial que estamos pensando em ficar aqui mais um mês”.

Outro casal que esteve no encontro foi o da JB Móveis que tomou a decisão de mudar o estilo de vida após a pandemia em 2019.

“A pandemia nos levou a refletir muito sobre qualidade de vida, viver os dias que a gente tem de vida”,

relata José, ao informar a perda de um irmão para a doença e o sonho que estava no coração, mas conflitava com o da esposa de viver ao lado dos netos.

“Esse sonho era de uns cinco anos antes, com a decisão dela de me acompanhar, em dez dias, eu estava com a van comprada e com 45 dias ela já estava documentada”.



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