Foram 70 inscritos de oito estados
Com expectativas totalmente superadas os organizadores do 1º Encontro Nacional de Motorhome que aconteceu entre os dias 10, 11 e 12, sexta, sábado e domingo, respectivamente encerraram o evento já com a palavra empenhada de realizar o segundo encontro.
Conforme a organização, composta por Inácio Dallas, Edson Dias e Maurício Carlos Ferreira, esse é um conceito que vem crescendo e ganhando a cada dia, mais adeptos que pensam em melhorar a qualidade de vida, podendo amanhecer ou anoitecer onde quiserem. Com uma casa sobre rodas, a maioria já visitou diversos países e percorreu quilômetros difíceis de contabilizar.
Com 70 inscritos no último final de semana Tangará da Serra se tornou anfitrião, e recebeu visitantes de diversos municípios e estados, que adotaram para a vida o campismo, que é mais conhecido como motorhome, uma cultura de viver temporariamente ao ar livre, seja em barracas, trailers, motorhomes ou kombihomes.
O encontro foi promovido por um grupo de amigos, e, conforme o idealizador e um dos organizadores, o empresário, Inácio Dallas, foi sucesso, embora tenha sido necessária a limitação de participantes, tamanha a procura.
“Se a gente deixasse aberto, nós íamos passar de 120 inscrições. Mas, infelizmente, a gente tem que limitar um pouco, não pelo espaço, mas sim pela energia, que todo mundo depende para carregar uma bateria ou, às vezes, até ligar um ar-condicionado”,
comenta.
Entre os participantes, o casal Gilson e Nazaré que são de Roraima e tem uma kombihome, disse que o encontro ficará na lembrança.
“A acolhida foi especial que estamos pensando em ficar aqui mais um mês”.
Outro casal que esteve no encontro foi o da JB Móveis que tomou a decisão de mudar o estilo de vida após a pandemia em 2019.
“A pandemia nos levou a refletir muito sobre qualidade de vida, viver os dias que a gente tem de vida”,
relata José, ao informar a perda de um irmão para a doença e o sonho que estava no coração, mas conflitava com o da esposa de viver ao lado dos netos.
“Esse sonho era de uns cinco anos antes, com a decisão dela de me acompanhar, em dez dias, eu estava com a van comprada e com 45 dias ela já estava documentada”.