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DURANTE SESSÃO - Vereador Fábio Brito retoma assunto da água, questiona falta e valor da tarifa em Tangará da Serra

Rosi Oliveira / Redação DS 18/09/2025 Política

Outro ponto abordado por Brito é referente ao tamanho e capacidade da Estação de Tratamento de Água

A fala repercutida da tribuna

O assunto ‘água’ voltou a ser abordado na última Sessão Ordinária, de terça-feira, 16. A fala repercutida da tribuna foi do vereador Fábio Brito, que falou sobre a falta de água em alguns bairros da cidade.

“Embora se avizinhem as chuvas, ainda tem em alguns pontos da cidade a falta de água”,

frisou o parlamentar, ao falar ainda sobre o valor da tarifa.

“E também a cobrança referente ao aumento da fatura de água. Por que que esse preço da água está tão exorbitante?”,

indaga o vereador, que assegurou encaminhar solicitação tanto ao Executivo, quanto ao diretor do Serviço de Água e Esgoto (Samae) de Tangará da Serra, Marcos Scolari sobre o assunto.

“Estaremos nos próximos dias chamando o prefeito [Vander Masson] e o diretor do Samae para que venham a público dar uma explicação de como que estão as represas, se nós iremos ter ou não racionamento e o porquê que esse preço da água está tão exorbitante”,

anuncia.

“A Câmara tem essa função de ouvir a sociedade e encaminhar a quem tem a responsabilidade, que é prefeito e o diretor do Samae. Então nos próximos dias esperamos que venham a público, explicar à sociedade essa situação da água”.

Outro ponto abordado por Brito é referente ao tamanho e capacidade da Estação de Tratamento de Água (ETA) Queima Pé.

“Digo que a água do Sepotuba, por si só, não resolve o problema de água da cidade, resolve o problema de represas, de reservação de água, mas a estação continua tratando 320, 360 litros por segundo. Nós precisamos de uma ETA nova, que trate mil litros, pensando nessa cidade nos próximos 30, 50 anos”.

Em contato com o diretor da autarquia, Scolari disse que o gasto de água em decorrência da Exposerra foi muito maior, com mais 30 ou 40 mil pessoas no município utilizando o líquido, com uma capacidade baixa de tratamento que hoje a ETA possui. Quanto a cobrança no valor da tarifa, o diretor aconselha o contribuinte a buscar o Samae e contestar o valor. Com isso, servidores farão análise e há, pela média, como saber se houve alguma perda de água.

“Se quebrou uma torneira e o cidadão demorou a trocar, já é uma justificativa para contestar. Vamos verificar pela média a situação”,

garante Marcos.

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