Diário da Serra

Circuito Universitário da Aprosoja discute aquecimento global

Redação DS / Assessoria 23/10/2019 Rural

Tangará da Serra receberá o palestrante no dia 31, às 19h

É o sexto ano que a Aprosoja MT realiza o evento

Circuito Universitário da Aprosoja discute aquecimento global

“Aquecimento global, mito ou realidade?” Esse é o tema do Circuito Universitário 2019 realizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). Até o dia 31 de outubro o evento irá percorrer universidades públicas e privadas de nove municípios, com uma palestra do doutor em Geografia Física - área de climatologia antártica, Ricardo Felício.


O encontro é direcionado para acadêmicos do curso de agronomia e será realizado em duas etapas. Na primeira, já realizada, foram nos municípios de Diamantino, Nova Xavantina, Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis. Agora, de 28 a 31 de outubro, passará por Sinop, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e encerra em Tangará da Serra, no dia 31, às 19h, na Unic.


Este é o sexto ano consecutivo que a Aprosoja Mato Grosso realiza o evento. O presidente da Aprosoja Mato Grosso, Antonio Galvan, explicou que o objetivo do Circuito Universitário é colaborar com a formação dos acadêmicos, através de palestras que despertem curiosidade e agucem o senso crítico dos participantes.   


Circuito reúne mais de 1.200 pessoas na primeira semana

A primeira etapa do Circuito Universitário realizado pela Aprosoja-MT, reuniu cerca de 1.260 participantes que assistiram a palestra do professor doutor Ricardo Felício, sobre os mitos e verdades do Aquecimento Global.


Com dados científicos, a palestra traz um viés completamente diferente sobre o aquecimento global. A tese do cientista desmistifica diversos pontos sobre o tema, dentre eles de que a ação humana seja responsável pelas mudanças climáticas. Professor doutor afirma que o clima varia por ações naturais organizadas em ciclos. “O clima varia, tanto para cima quanto para baixo, mas exatamente o que nós estamos contestando é se o homem tem essa interferência. Então a mudança climática de fato é o ser humano com suas atividades, com a sua existência, com a sua sobrevivência no meio natural muda o clima da terra? Aí mostramos que isso não é possível porque os entes de maior intensidade como o sol, os oceanos, os vulcões, nuvens se sobrepõe a qualquer ação humana no clima planetário”, explicou o cientista.



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