Embora as mudanças efetivas realizadas pelo Serviço Autônomo de água e Esgoto de Tangará da Serra sejam positivas, segundo o diretor, Héliton Oliveira ainda há oferta deficitária da água gerada por um sistema antigo no tratamento. Ou seja, tem água, mas a estrutura para tratá-la não é suficiente. Hoje a capacidade é de 300 litros por segundo, a mesma de 20 anos atrás.

Por esse motivo, alguns bairros da cidade em outubro um dos mais quentes, perceberam que ao final do dia não havia água nas torneiras, como informou o responsável pelo Samae.

Para resolver o problema, a medida imediata foi incorporar à rede, poços artesianos que já haviam, e investir em perfuração de novos. Nessa ação, foram sete poços interligados na rede, ajudando no abastecimento de alguns reservatórios e ainda há mais três para serem colocados em funcionamento. De acordo com o gestor, esse ano foram perfurados cinco novos poços e desses apenas três deram água.

O Samae tem ainda projetado a instalação de três reservatórios de três milhões de litros de água a serem construídos no Residencial Valência, no São Luís e na Vila Esmeralda, que deverão ter o custo de 13 milhões de reais.

Além dessas medidas, o diretor, destaca que Autarquia já está com o projeto de ampliação da Estação de Tratamento praticamente pronto que seguirá em concomitância com a obra de captação de água do Rio Sepotuba e que elevará a capacidade de tratamento da estação para 675 litros por segundo.

De acordo com Héliton, o projeto está na fase final de elaboração. Após esse passo, o município deverá iniciar os trabalhos de captação dos recursos para a realização da obra que está orçada entre dezesseis e dezessete milhões de reais.