O município de Juína completou nesta segunda-feira, 9, 40 anos de emancipação política e administrativa com mais de R$ 166 milhões em investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso nos últimos três anos. Os recursos, empregados na saúde, infraestrutura, educação, cultura e ações sociais têm impacto direto na melhoria da qualidade de vida da população.

Uma das principais obras lançadas pela gestão estadual no município é a construção do Hospital Regional de Juína, que contará com 111 leitos de enfermaria e 40 de UTIs, entre adultas, pediátricas, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento na média e alta complexidade. O hospital teve a licitação publicada em dezembro de 2021.

A ordem de serviço para o início das obras foi assinada pelo governador Mauro Mendes nesta segunda-feira, com a Construtora e Incorporadora LTDA, vencedora da licitação. Ela apresentou proposta 10% abaixo do orçamento inicial, finalizando o investimento em R$ 106.728.180,30.

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O Estado ainda investiu mais de R$ 356,4 mil na saúde dos moradores de Juína, com a entrega de duas ambulâncias, destinadas por meio de emendas, duas câmaras frias para o Escritório Regional de Juína e repasse para as unidades descentralizadas de reabilitação de pessoas com deficiência.

A restauração da malha rodoviária da região também entrou no radar de obras e ações do Estado. Por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), o governo investe mais de R$ 49 milhões para restauração de 106 quilômetros da MT-170, no trecho entre Juína e Castanheira.

Na área da educação, foram mais de R$ 6 milhões investidos para a compra de computadores para professores da rede estadual durante a pandemia, manutenção de unidades escolares, além de repasses para pequenos reparos e compra de materiais para 11 escolas, além da Assessoria Pedagógica de Juína.

O valor ainda engloba a compra de dois micro-ônibus para transporte escolar e o investimento de R$ 3.328.324,58, empregados para a construção da Escola Estadual Indígena Enawenê-Nawê. A unidade será construída no projeto padrão de construção de escola indígena e deverá atender cerca de 600 alunos, entre ensino fundamental, ensino médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).