São quatro o número de mortes registradas por afogamento na região Tangará da Serra, segundo levantamento do Corpo de Bombeiros Militar. A primeira foi em 01 de janeiro, a segunda em 28 de fevereiro e a terceira em 21 de abril. A última ocorreu no sábado, 19, no Parque da Família, quando o adolescente Davi Bezerra Silva, de 13 anos, perdeu a vida enquanto se banhava no lago com alguns amigos e tentou atravessar a lagoa do parque.
O Parque da Família foi construído para ser um local de lazer e contemplação da natureza, e, cabe destacar que não foi avalizado para banho.
“A orientação é que os pais sempre se atentem com os seus filhos. E os filhos, tudo o que forem fazer, principalmente em lazer, ou vamos dizer, uma arte, é interessante que o pai saiba aonde ele vai”,
orienta o Capitão do Corpo de Bombeiro, Adair Cevada Moraes.
Além de aconselhar aos pais, o Capitão faz um alerta expresso aos adolescentes.
“As crianças que forem em parque e que, de repente, se deparem com a lagoa, é interessante que nem entrem, porque a água é suja”,
orienta.
“Lembrando que ali não é um local para banho, é um local para quem vai contemplar a natureza”.
Aos pais, o Capitão apresenta um dado a ser avaliado.
“Foi registrado pelos nossos militares, que estavam com equipamento, uma profundidade de aproximadamente 5 a 6 metros na lagoa. Então, é um local perigoso. E fica aqui o conselho do Corpo de Bombeiro a não utilizar aquela área para banho”.




