A Polícia Civil, em ação conjunta da Delegacia de Campo Novo do Parecis e Delegacia Especializada de Crimes Informáticos (DRCI), recuperou R$ 1,2 mil subtraídos de uma vítima em golpe do falso perfil de whatsapp.

As investigações iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Campo Novo do Parecis na segunda-feira, 31, relatando que havia caído em um golpe. Segundo informações, uma pessoa usando o perfil de sua filha no aplicativo de mensagens whatsapp, solicitou uma transferência, alegando que o seu limite diário havia excedido.

Acreditando realmente falar com a filha, a vítima fez a transferência do valor via TED e quando saiu do banco ligou para a avisá-la, momento em que descobriu que foi vítima de golpe.

Após rápida troca de informações entre as equipes da Delegacia de Campo Novo do Parecis e da DRCI foi possível fazer o bloqueio do valor total do dinheiro transferido, que será devolvido para conta da vítima após procedimentos de segurança na agência bancária.
As investigações seguem em andamento para identificar envolvidos no crime.

CANARANA – No mesmo dia, porém em Canarana, as equipes recuperaram mais de R$ 22 mil subtraídos de uma vítima de golpe. A ocorrência de estelionato por meio eletrônico foi registrada após um homem de 48 anos procurar a Polícia Civil, informando ter sido vítima de um golpe aplicado através de mensagem de texto do celular.

O comunicante relatou que recebeu um SMS do Banco do Brasil, com o link informando que havia pontos a serem regatados e oferecendo a possibilidade de troca por produtos.

A vítima acessou o link informado e preencheu alguns campos que eram solicitados. Passados alguns minutos, uma pessoa ligou dizendo ser do Setor de Fraudes do referido banco.

A pessoa solicitou que a vítima se dirigisse até um caixa eletrônico, pois havia uma transação suspeita em sua conta e necessitava realizar alguns procedimentos. Seguindo as orientações que lhe eram repassadas, ela efetuou três PIX de diferentes valores para uma mesma conta do Banco Santander.

O golpista afirmou que estas seriam estornadas posteriormente para sua conta. Porém, somente após as operações realizadas, o comunicante desconfiou de era um golpe. Em contato com o Banco do Brasil foi informado que não havia nenhum protocolo registrado de tais transações.

Diante dos fatos, a DRCI foi acionada para dar apoio nas investigações, e em parceria com o setor de Repressão à Fraudes do Banco Santander, foi possível recuperar mais de R$ 22 mil da vítima.