“Meu pai teve a oportunidade enquanto prefeito de 1993 a 1996 de iniciar a abertura e funcionamento desse hospital, e eu estou tendo a oportunidade agora, de proporcionar à nossa população essa melhoria de vida para as pessoas”,
disse.
Vander, ao lembrar também das vidas perdidas durante os trajetos de transferência de munícipes em busca de tratamento em outras cidades que não conseguiram chegar a tempo, pediu às empresas que essas lembranças fiquem no passado.
“Pessoas já morreram por não serem atendidas, por uma simples cirurgia de vesícula porque passou do prazo, chegou em Cuiabá e morreram. Se Deus quiser, isso não vai mais acontecer em Tangará. Peço o empenho de todos os profissionais e das empresas responsáveis para que isso não aconteça e que isso seja um histórico do passado. Que essas pessoas que morreram sejam lembradas, é por isso que está acontecendo tudo isso”,
enfatizou Masson.
Ao se pronunciar, o secretário de Saúde de Tangará da Serra, Wellington Bezerra salientou que nascer no município e ver tanta gente partir por falta de atendimentos que a partir de agora serão ofertados, gera um misto de dor e alegria, e destacou que nos 60 dias de sua gestão à frente da pasta da saúde seu crescimento como ser humano, foi imensamente maior.
“Me trouxe um crescimento pessoal muito grande. Já passei pela Câmara, pelo Governo do Estado, mas a Saúde me trouxe outro patamar, de ter empatia ainda mais. Por mais saúde que você possa viver, ver um ser humano sofrendo não é bom”,
assegurou Bezerra, ao lembra de agradecer aos apoiadores, antecessores e também a ex-secretária de Saúde Gicelly Zanatta.
Com a escolha das empresas, que foram quatro, para a prestarão de serviços no Hospital Municipal, foi determinada a contratação de pessoa jurídica especializada na prestação de serviços de gerenciamento técnico, administrativo, fornecimento de recursos humanos, recursos materiais, medicamentos e insumos farmacêuticos para o funcionamento de dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para abertura de 20 leitos de enfermaria, para atendimento de pré e pós cirurgias gerais, ginecológicas, ortopédicas e partos, para ampliação de sete leitos em pediatria e três leitos de estabilização na unidade hospitalar. Foi escolhida também, a empresa que ficará responsável pelos serviços de imagens (tomografia computadorizada, radioimaginologia e ultrassom) com impressão de exames e emissão de laudos.
Além desses serviços, uma das empresas fornecerá os uniformes e rouparia hospitalar, para serem utilizados no Hospital Municipal Dayse Cichetti de Brito e unidade de Pronto Atendimento, para atender demanda da Secretaria Municipal de Saúde. Para a abertura do Centro Cirúrgico serão 15 milhões investidos de recursos próprios, como destacou o gestor.
Neste momento, conforme o prefeito, a aporte será feito pela prefeitura. Porém, já há uma promessa do Estado para auxiliar na manutenção o centro cirúrgico e UTIs. A estimativa é da realização de 462 procedimentos por mês na unidade.




