A Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Ambiental, realizou nesta terça-feira, 20, a distribuição de 222 Ovitrampas por Tangará da Serra. O objetivo é de realizar o levantamento de quais bairros têm maior incidência do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika e Chikungunya.
As Ovitrampas são uma metodologia implantada pelo Ministério da Saúde e em Tangará da Serra já vem sendo usadas há mais de um ano.
“Elas são armadilhas que colocamos na casa do morador”,
explica o coordenador da Vigilância Ambiental, Fagner da Silva Brito. As armadilhas têm sido o principal método utilizado para que as equipes desenvolvam os trabalhos de combate ao mosquito, uma vez que servem como depósito dos ovos.
“Elas contém um líquido e paletas onde os ovos ficam presos”.
Após a colocação, são contados cinco dias e as armadilhas são recolhidas pela equipe. Com isso, os ovos são, então, contados, e se derem acima de 200 por paleta, aquela localidade onde estava a armadilha é classificada como ‘área vermelha’.
“Nessas áreas, a nossa equipe inicia o trabalho de dia a dia com vistoria de campo, de casa a casa, borrifação em bloqueio onde há casos notificados, bem como, borrifação em pontos estratégicos como ferro velho e borracharias, além dos mutirões”,
explica o coordenador.
“As Ovitrampas indicam onde os trabalhos devem ser intensificados”,
salienta Fagner, ao anunciar que desde que o Município iniciou os trabalhos utilizando as armadilhas, as áreas vermelhas que eram 88, atualmente são 28.
“A gente trabalha pontualmente e especificamente naquele local. Por isso e importante os moradores que tiverem algum sintoma de dengue, zika ou chikungunya, pois só com esses dados conseguimos fazer o bloqueio”.








