O campus da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Tangará da Serra, recebeu na noite da última segunda-feira, dia 14 de setembro, uma mesa-redonda voltada à discussão dos principais desafios enfrentados pelas organizações em Mato Grosso.
A atividade foi organizada pelo curso superior de Tecnologia em Processos Gerenciais, por meio do projeto de extensão “Agora é Ação – Ideias que Cultivam o Amanhã”, e reuniu profissionais de diferentes áreas de atuação para compartilhar experiências e perspectivas sobre o mercado de trabalho, empreendedorismo e gestão.
Entre os participantes esteve Eloísa Garcia, que atua nas áreas de negócios de beleza, consultoria, estratégia empresarial e mentoria. Também integrou a mesa Cleber Gonçalves de Souza, profissional com experiência em Administração, Marketing, Finanças e Serviços Automotivos.
Outro participante foi Cledson Bianchini de Deus, que atua nos segmentos de Contabilidade, Tecnologia de Sistemas Empresariais e soluções voltadas ao agronegócio.
A programação contou ainda com a participação de Irio Berté Júnior, farmacêutico e bioquímico, com experiência nas áreas de empreendedorismo, bares, restaurantes e entretenimento. Fundador do Boteco do Bodega, empreendimento do setor de alimentação e entretenimento, ele atua no segmento há mais de 15 anos.
Ao compartilhar sua trajetória profissional, Irio relembrou como ingressou no setor de alimentação e entretenimento, ainda em 2010, em Campo Verde.
“Eu sou farmacêutico e bioquímico, formado pela UFSC, Universidade Federal de Santa Catarina. Em 2010, a gente viu a necessidade, lá em Campo Verde, de ter um barzinho diferente e dar uma organizada nos horários. E acabamos entrando nesse ramo de alimentação e entretenimento”.
Segundo o empresário, a experiência adquirida ao longo dos anos contribuiu para a expansão dos negócios para diferentes municípios.
“Fomos entendendo o negócio, crescendo, e fomos para Cáceres, depois para Tangará e Cacoal”,
conta, ao falar do desejo de empreender e trabalhar diretamente com o público sempre esteve presente em seus planos e destacou que a realidade acabou confirmando a expectativa de uma rotina intensa à frente dos negócios.
“Então, sempre a gente teve essa vontade, e eu falava para a minha mãe: quando eu tiver um comércio com um monte de gente, eu trabalho 20 horas por dia. E aconteceu, e eu tive que trabalhar 20 horas por dia. E eu estou até hoje. Está bem legal”.
Com profissionais de diferentes setores, a mesa-redonda proporcionou um espaço de diálogo entre a universidade e o mercado de trabalho. Além de aproximar os acadêmicos de profissionais com atuação em diferentes segmentos, o encontro também possibilitou a troca de conhecimentos sobre as demandas e oportunidades encontradas no mercado regional.




