A COP 27, que terminou oficialmente no dia 18 de novembro, é focada na adoção de medidas concretas dos países no sentido de limitar a 1,5 grau o aumento da temperatura terrestre.
“Cabe lembrar que, até 2025, o Brasil comprometeu-se a diminuir em 37% a emissão de gases de efeito estufa em relação aos índices de 2005. A redução deverá chegar a 43% em 2030”,
observa Luiz Gonzaga, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre).
O dirigente frisa que a erradicação dos lixões, em curso no País, contribuirá para o cumprimento dessa meta. Para se ter ideia da relevância da medida, os resíduos sólidos foram responsáveis, em 2021, pela emissão de 60,04 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2).
“Por isso, é tão decisiva a extinção dos lixões”,
afirma Gonzaga, lembrando do Marco do Saneamento Básico.
A entidade havia contabilizado, que, ao final de 2018, havia 3.257 lixões no Brasil. Em pouco mais de 3,5 anos, até setembro de 2022, a situação, embora não resolvida, é bem melhor. Foram erradicados 807.



