Afastado do cargo na segunda-feira, 4, por um período de seis meses, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) também está proibido de entrar no Palácio Alencastro e outros órgãos municipais, além de não poder deixar Cuiabá sem autorização judicial.

A determinação consta na decisão do desembargador Luiz Ferreira da Silva, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Ele atendeu a um pedido do Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Naco (Núcleo de Ações de Competências Originárias), assinado pelo promotor de Justiça Carlos Zarour.
Conforme a decisão, Emanuel também não pode manter contato com os secretários municipais, agentes políticos e servidores públicos por qualquer meio, bem como com os demais alvos da decisão: o assessor-executivo de Governo Gilmar de Souza Cardoso, o ex-secretário de Saúde Célio Rodrigues da Silva e o ex-adjunto de Saúde Milton Corrêa da Costa.

Além disso, terá que comparecer a todos os atos do processo para os quais for intimado e manter seu endereço atualizado nos autos.

Gilmar, Célio e Milton também receberam as mesmas proibições que Emanuel.