O prefeito de Campo Novo do Parecis, Rafael Machado (PSL), recebeu o chefe do Executivo de Diamantino, Manoel Loureiro Neto (MDB) em visita técnica para conhecer e prospectar custos operacionais e de aquisição e implantação de uma usina de asfalto. A visita aconteceu na última semana, no Paço Municipal de Campo Novo e contou com a participação do vice-prefeito e do secretário de infraestrutura de Diamantino, Jozenil Costa Lube Bodão (PSD) e Edinho Béia, respectivamente.

A unidade da Prefeitura de Campo Novo do Parecis tem a capacidade fabril de até 100 toneladas por hora de asfalto CBUQ – (Concreto Betuminoso Laminado a Quente), laminado a quente, capaz de produzir matéria prima para o preenchimento de 280 metros quadrados de asfalto, reduzindo o custo de operação e tempo de demandado nas obras de pavimentação das zonas rurais e urbana do município.

Ao custo total de aproximadamente R$ 7 milhões, a usina proporcionou a Campo Novo do Parecis a autossuficiência na produção de matéria prima, o que segundo o prefeito Rafael Machado, é um avanço para o cumprimento dos cronogramas estipulados pela gestão, fornecendo também qualidade e durabilidade do produto, garantido pelo controle interno de qualidade laboratorial.

“O material empregado possui qualidade superior, testada em nosso laboratório, o que proporciona menor infiltração e por consequência maior durabilidade”,
conclui o gestor.

Em Diamantino, a usina terá suas dimensões reduzidas em relação a da cidade vizinha, possuindo a capacidade fabril variando entre 20 e 40 toneladas por hora, de asfalto CBUQ, o que significa a aplicação em média de 140 metros quadrados de asfalto na espessura de 3,5 centímetros, nos moldes da Norma 031/2004 – ES do DNIT, o mesmo aplicado em rodovias federais.

“Faz parte do nosso plano de governo e vamos concluir a pavimentação de várias regiões das zonas urbanas, incluindo bairros distantes como o Posto Gil e Deciolândia, que padecem em épocas de chuvas com a trafegabilidade e a sujeira, e na época da seca com a poeira que prejudica as vias respiratórias, bem como a longo prazo a Usina poderá dar início a pavimentação dos mais de 1,4 mil quilômetros de estradas vicinais, melhorando a trafegabilidade e escoamento da produção agrícola e pecuária”,
pondera Dr. Manoel.