Teve início na Alemanha com a Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais (BPW Alemã) em 2008, e a BPW no Brasil, trabalha desde 2015 o projeto “Trabalho igual. Salário Igual” durante o mês de maio.
Atualmente o projeto acontece em mais de 20 países, com a realização de atividades voltadas para chamar à atenção do governo, da sociedade e dos empregadores, para colocar fim a prática de discriminação contra as mulheres e a necessidade de se equiparar o salário de homens e mulheres, com a mesma qualificação, ocupando os mesmos cargos.
Dentre as atividades desenvolvidas nesse mês, a BPW Tangará da Serra realizou um concurso de redação, em que alunos dos 3º Anos da Escola Estadual 13 de Maio participaram.
O tema sugerido foi ‘A luta pela desigualdade salarial entre homens e mulheres’. Dentre as diversas redações, três foram escolhidas:
- Tendo como vencedora Beatriz Almeida da turma “L”
- O segundo lugar foi Amanda Posterlli de Souza da turma “F”
- E o terceiro foi para Gustavo Garcia da turma “G”
que foram premiados com uma JBL, uma Alexa e um fone Bluetooth, respectivamente. O encerramento do projeto e a entrega dos prêmios aconteceu no último domingo, 28 de maio, na Vila Olímpica Rei Pelé.
“Fizemos a entrega e desfrutamos de momentos alegres e divertidos com alunos, a professora que nos ajudou nas correções das redações e as associadas, que com a nossa presidente estiveram presentes nos ajudando e apoiando mais esse projeto”,
ressalta Elisangela Sanches Ferreira de Andrade, Presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos.
A cerimônia de premiação contou com a presença de alunos da escola, associadas do clube e também a presidente da BPW Tangará da Serra, Jaqueline Peres Lessi. Os presentes participaram ainda de atividades físicas com a preparadora Física Thelma Almeida, foram presenteados com sorteio de brindes e em seguida saborearam um delicioso café da manhã.
REDAÇÃO VENCEDORA
Basta na desigualdade
Em pleno século XXI ainda é notório a discriminação por parte da sociedade composta pelo gênero masculino, onde os mesmos alegam possuírem uma certa superioridade com relação às pessoas representadas pelo gênero feminino. Assim, muitas vezes acabam fazendo comentários preconceituosos ou até mesmo críticas com relação ao espaço que a mulher ocupa na sociedade atualmente. Alegam, muitas vezes, que lugar de mulher é em uma cozinha e não em um escritório, ou até mesmo, em um posto de liderança.
O gênero feminino, até mesmo nos dias atuais, acaba sendo oprimido por parte da sociedade e, por vezes, não permite-se que a mulher execute o seu papel de uma maneira igualitária com relação ao gênero masculino, sendo assim acaba sendo desvalorizada ou até mesmo excluída de determinados grupos da sociedade, onde os mesmos alegam que a mulher não tem capacidade de exercer tal função com a mesma qualidade do homem.
Outro fator preocupante, direciona-se para a desvalorização no salário mínimo que o gênero feminino recebe. Este, nem sempre, é atribuído de modo igualitário com relação ao gênero masculino, o que acaba, sem dúvida alguma, causando um mal-estar, ou ainda, gerando protestos realizados pelas mulheres, visando alcançar a igualdade de gênero perante à sociedade.
Portanto, diante de todos esses fatores negativos, faz-se necessário que ocorra várias mudanças para acabar com determinados fatos de discriminação contra a mulher em seu papel profissional. Por conseguinte, é necessário que o governo se posicione e tome medidas que busquem extinguir a desigualdade presente nos dias atuais, como por exemplo, criando leis, as quais defendam o direito da mulher, para que assim, possamos viver em um país onde as pessoas sejam tratadas da mesma forma, independente da cor, sexo e religião.
Aluna Beatriz Almeida
3º Ano L
Escola Estadual 13 de Maio




