Na sequência da série especial do Diário da Serra, que celebra os 30 anos de história do jornal, a trajetória de pessoas que fizeram parte dessa caminhada continua sendo relembrada. Ao longo de três décadas, profissionais passaram pelos mais diferentes setores da empresa, alguns permanecendo por poucos anos e outros construindo longas histórias dentro do jornal.
Também fazem parte dessa trajetória pessoas que chegaram ao Diário da Serra sem experiência na área e encontraram no jornal uma oportunidade para aprender, desenvolver habilidades e iniciar uma caminhada profissional.
Um desses exemplos é Rodrigo Soares, que chegou ao Diário da Serra em 2012 para trabalhar no jornalismo. Na época, ele conciliava o início da faculdade de Direito com a oportunidade de atuar como repórter.
Rodrigo permaneceu no jornal por oito anos, de 2012 a 2020, período em que passou por diferentes editorias e tipos de reportagem.
“Eu me recordo bem que, quando eu entrei na equipe do Diário da Serra, foi para fazer reportagens do editorial de esportes. Naquele período o Diário da Serra estava precisando de uma pessoa, surgiu essa oportunidade e eu, prontamente, através de um convite do Paulo Ramos, que trabalhava já no jornal, fui fazer um teste, para ver como que eu ia me sair e tudo mais”,
conta.
O que começou com o jornalismo esportivo acabou se transformando em uma vivência pelas diferentes áreas.
“Passei por todas as editorias, todos os tipos de reportagem”,
relembra, ao recordar da intensa rotina.
“Era muito corrida, afinal, era um jornal com várias editorias para a equipe ali elaborar, deixar tudo pronto, tudo preparado, todas as reportagens preparadas para rodar no dia seguinte na cidade e também no site, então era bem corrido”.
Para Rodrigo, a experiência como repórter teve um significado especial justamente pela possibilidade de conhecer histórias e levá-las ao conhecimento da população.
“Sempre, quando eu falo de como que foi ser repórter do Diário da Serra, eu sempre menciono que foi algo espetacular mesmo. São histórias que a gente conhecia, são histórias que a gente tomava conta ali e de uma certa forma, levava para as pessoas por meio de reportagem, informar a população principalmente. Então era algo bem bacana mesmo”.
Durante os oito anos de trabalho, foram muitas coberturas que ficaram na memória. Entre elas, Rodrigo destaca a Exposerra, quando a equipe tinha contato direto com artistas que passavam pelo evento e também ficou marcada uma situação ocorrida durante uma cobertura eleitoral. Segundo Rodrigo, jornalistas de diferentes veículos de comunicação ficaram temporariamente impedidos de deixar uma seção durante a cobertura da votação.
“Eram eleições municipais, não me recordo do ano, mas o fiscal deixou toda a imprensa presa, presa no sentido de ficar ali numa sala. Segundo ele, não podia tirar foto dos candidatos que estavam ali votando, mas a gente não estava dentro da urna [cabine de votação], a gente estava só cobrindo, igual todo veículo de comunicação faz. Eu lembro que estava o Diário da Serra, estavam as emissoras de televisão e todo mundo ficou ali um pouquinho, por um determinado período preso. Então foi algo que marcou, algo que não foi tão agradável, evidentemente, mas foi algo que acabou marcando”.
Para ele, o trabalho jornalístico desenvolvido pelo Diário da Serra representa também uma responsabilidade com a informação.
“O Diário da Serra ele tem, sempre teve e continua tendo essa ética no jornalismo, de levar os fatos do dia a dia e, então, com certeza, é uma responsabilidade”.Diário da Serra foi oportunidade para realização de sonho e construção profissional
Rodrigo entrou no Diário da Serra enquanto cursava os primeiros semestres de DireitoA passagem pelo Diário da Serra representou para Rodrigo Soares muito mais do que uma experiência profissional. Ao ingressar no jornal em 2012, ele estava no início da faculdade de Direito e conseguiu conciliar os estudos com o trabalho na redação. Ao longo de oito anos, a experiência contribuiu para sua formação, especialmente na comunicação e na escrita.Na avaliação de Rodrigo, o Diário da Serra foi a empresa que lhe abriu as portas para exercer uma atividade que desejava desde criança: trabalhar na área da comunicação.
“O Diário da Serra foi a empresa que me deu uma oportunidade de exercer uma função que eu sempre quis desde criança. Eu sempre quis trabalhar na área da comunicação e eu vi esse sonho sendo realizado ali no Diário da Serra, então, isso, evidentemente, mudou ali na vida pessoal, mudou na vida profissional também, a gente adquiriu, na constância de escrever várias matérias, de lidar com textos, contribuiu muito para a minha vida profissional, na comunicação, na escrita, evidentemente, também”.A oportunidade também acompanhou uma importante fase de sua formação acadêmica. Rodrigo entrou no Diário da Serra enquanto cursava os primeiros semestres de Direito e permaneceu no jornal durante praticamente toda a graduação.Depois de concluir a graduação, Rodrigo foi aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil e iniciou a atuação na advocacia, mas ainda manteve, por um período, a rotina no jornal.
“Eu fiquei durante um período de três anos trabalhando, unindo o jornalismo com o Direito”.Até 2020, ele conciliou as duas atividades, antes de se dedicar exclusivamente ao Direito.
“Hoje eu me dedico somente mesmo na área da Advocacia”.Para ele, os anos vividos no jornal representaram crescimento pessoal e profissional.
“Então, hoje, 30 anos depois do início do Diário da Serra, eu falo que o jornal significa para mim um grande crescimento, um crescimento profissional, um crescimento pessoal, afinal, foi um período longo. Então, o Diário da Serra, ele representa para mim uma oportunidade que me foi dada e que eu tenho uma imensa gratidão mesmo. (...) E eu tenho muito orgulho de ter participado da equipe, de ter composto, a equipe de vocês”.








