Ao completar 30 anos de história, o Diário da Serra reúne, em uma série especial de reportagens, relatos de pessoas que fizeram parte de sua trajetória desde os primeiros anos de circulação. Entre essas histórias está a de Alan Rodrigo Maidana, que acompanhou o nascimento do jornal, iniciando sua caminhada profissional como office boy e, alguns anos depois, retornou à empresa para atuar como repórter na área de esportes.

“O Diário da Serra eu vi nascer, em 1996. Fiz parte, praticamente, dos primeiros funcionários, trabalhando como office boy por sete meses. Em 2000 o Mano [Reski] me fez o convite para retornar, trabalhar como repórter na página de esportes, para substituir o saudoso João Negão”,

relembra Alan.

Quando voltou ao jornal, ele já acumulava experiência na área de comunicação. Na época, trabalhava na Rádio Tangará, onde havia iniciado sua trajetória alguns anos antes. A experiência no rádio acabou sendo importante para o trabalho desenvolvido no Diário da Serra, principalmente na produção das matérias esportivas.

“Alguns assuntos a gente tentava pesquisar, algumas coisas já eram programadas, e o que me ajudava muito na área de esportes era que eu já trabalhava na Rádio Tangará, já tinha algumas matérias e era só chegar, escrever e escolher a melhor foto”.

Além da dinâmica de produção, Alan destaca o ambiente de trabalho e a convivência com os colegas que integravam a equipe naquele período.

“A nossa rotina era bacana, rodeado de bons colegas, que se ajudavam”,

recorda, ao fazer questão de mencionar pessoas que marcaram sua trajetória profissional e pessoal.

“Conheci bastante gente que trabalhou e tenho especial carinho pela Cleônia, que basicamente evoluiu a questão das pautas, muitas ideias boas e fez com que a equipe evoluísse também. (...) A Laice de Souza, o Wilder Alves, entre outras pessoas. Uma equipe muito boa de se trabalhar e que o jornal ganhou muito com isso e a população também pela qualidade do trabalho que era feito na época”,

agradece.

“Levo conhecimento e bastante amigos”.
Mais de 20 anos depois, Alan relembra aprendizados do Diário da SerraAlan deixou Tangará em 2005 e levou para o Sul do país a experiência adquirida no rádio e no jornal
A história de Alan Rodrigo Maidana com o Diário da Serra começou nos primeiros meses de existência do jornal e continuou anos depois, quando retornou para atuar como repórter esportivo. Mais de duas décadas após deixar Tangará da Serra, ele considera que os conhecimentos adquiridos na cidade e no jornal foram importantes para sua trajetória profissional.Depois de deixar Tangará, Alan continuou por mais alguns anos trabalhando na comunicação antes de mudar de atividade.
“Me ajudou muito na minha trajetória, depois que vim embora para o Sul. Ingressei em uma rádio e o que fiz aqui foi graças a boa base que aprendi aí, tanto no rádio, quanto no jornal”.
Lá ele trabalhou mais três anos na área da comunicação e, depois, deixou de exercer a atividade. Atualmente, Alan mora em Camboriú, no litoral de Santa Catarina, onde construiu sua família e também seguiu outro sonho de infância.
“Há mais de 20 anos moro em Camboriú, do lado de Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina. Sou casado com a Cinara, tenho um filho de cinco anos, o Paulo, e trabalho com caminhão”,
conta, ao afirmar que a comunicação e os caminhões sempre estiveram entre suas paixões. Ao longo da vida, conseguiu realizar os dois sonhos.
“Da minha infância, a minha paixão sempre foi comunicação e caminhão. Na ordem, realizei o sonho de trabalhar com comunicação, em rádio e jornal, e agora, caminhão”.
Alan trabalha em uma empresa de concretagem próxima de sua residência. Depois de anos viajando pelo país com o caminhão, optou por uma rotina que permitisse maior convivência com a família.Ao olhar para sua própria trajetória, desde os primeiros anos no Diário da Serra até a vida atual no Sul do país, Alan deixa uma mensagem para aqueles que hoje trabalham na comunicação e dão continuidade à história construída ao longo das três décadas do jornal.
“Que aproveitem bem, aprendam bastante com as pessoas mais experientes, porque foi assim comigo”.