Embora o serviço orientativo e fiscalizatório de criadouros de Aedes aegypti ocorra o ano inteiro em Tangará da Serra, a Secretaria Municipal de Saúde intensificará esse serviço nos próximos meses.
Com a mudança no cronograma nacional da realização do Levantamento Rápido de Índices (LiRAa) para Aedes aegypti que antes era de quatro ao ano, para apenas um, que ocorrerá em 19 de outubro, as Ovitrampas passaram a ser o termômetro para comparar a atividade do mosquito no município. Para isso, o cronograma foi montado e o resultado apontou quais os bairros estão em estado de alerta para dengue, zyka e chikungunya.
“Os bairros que têm maior índice de ovos e de infestação, justamente também com a maior quantidade de casos notificados”,
frisa o coordenador da Vigilância Ambiental, Fagner Brito, ao explicar que o município é dividido em áreas, sendo as de maior infestação de ovos, chamadas de vermelhas.
De acordo com Fagner, a vigilância obteve êxito extremamente importante no combate as arboviroses, uma vez que no início do ano eram 88 as áreas vermelhas e no momento, são 24.
“Nestes locais, a equipe faz o trabalho diferenciado. Desenvolve a nossa ação do dia a dia de trabalho, fazendo vistoria nas casas, fazendo bloqueio onde há casos notificados, borrifação em ponto estratégico, intensifica palestras, através de sala de espera”.
Cabe salientar que o trabalho de monitoramento com Ovitrampas é realizado por ciclos, sendo seis no ano. Nesse momento o município está no 4º ciclo, próximo a iniciar o 5º, que será junto com o LIRAa. Já o último será em novembro.











