Os trabalhadores do Hospital Universitário Júlio Müller, em Cuiabá, entraram em greve geral por tempo indeterminado para cobrar melhores salários e garantia de direitos da categoria. Desde a sexta-feira, 23, o atendimento na unidade foi reduzido.
O movimento se repete em vários hospitais universitários do país, quando a categoria deliberou em plenário nacional, na quarta-feira, 21, pela decisão da greve.
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Federais de Mato Grosso, Carlos Alberto de Almeida, contou que a categoria se sente desvalorizada e levada ao limite, por isso decidiram cruzar os braços para exigir os direitos trabalhistas para os profissionais da área.
Segundo ele, ao longo de três anos que se arrasta uma negociação de Acordo Coletivo de Trabalho (ACTs) para ter um reajuste salarial atrelado à inflação, além da garantia dos direitos trabalhistas específicos à categoria, como direito à insalubridade, entre outros.
“Fomos ao longo desses anos de negociações levados ao limite. Esse conflito só acontece porque o governo retirou parte dos nossos direitos”,
disse.
Na segunda-feira, 26, os trabalhadores estão se mobilizando para uma manifestação em frente ao hospital.



