Aconteceu nas dependências da Associação Empresarial e Comercial de Tangará da Serra (Acits), na terça-feira, 11, com a participação de integrantes da sociedade, secretários municipais, autarquia do Samae e imprensa a apresentação de plano que deverá nortear ações do município a médio e longo prazo no setor de Saneamento Básico e Fontes para Geração de Energia.
A princípio, o município buscou parceria com o Instituto Movimento Cidades Inteligentes que esteve em Tangará da Serra para realizar o primeiro levantamento, como destacou Luigi Longo, Presidente do Instituto Movimento Cidades Inteligentes.
“O instituto fez uma acordo de cooperação técnica não oneroso junto à Prefeitura para ajudar a entender o que precisa ser feito. E o que Tangará da Serra é, e a partir disso, criar um planejamento para iniciar um trabalho de médio e longo prazo para que a cidade seja referência também no Meio Ambiente, no saneamento e nos resíduos”,
explicou o responsável pelo primeiro estudo que será dividido em três fases.
“Já aconteceu o diagnóstico base e a ideia agora é que nasça, baseado no que o município precisa, um Termo de Referência (TR) pra trazer uma entidade competente, como por exemplo uma universidade para ajudar a prefeitura nesse desenvolvimento”.
Com o primeiro estudo vários pontos foram elencados.
“A gente sempre olha a prioridade da cidade. Aqui a gente olhou que a perda da água é um tema para a gente ter muita atenção, a questão da energia consumida no sistema de água também, o tratamento do esgoto e a energia nesse tratamento”,
destacou Luigi, ressaltando que tudo isso, quando melhorado, vai desempatando o Meio Ambiente e também a tarifa potencial.
“Se a gente gasta menos para fazer o que tem que ser feito, naturalmente economiza-se e gera mais economia no bolso do cidadão”.
Para o Prefeito Vander Masson, os pontos levantados carecem de estudo e intervenções rápidas.
“São três serviços essenciais para nossa população, e o município demanda muito desses serviços, e precisamos avançar muito porque temos o Marco Regulatório de Saneamento Básico e os municípios tem que avançar nessas questões, e em especial no tratamento de esgoto”,
explicou o Masson ao reconhecer que o município ainda é bastante falho nessa questão.
A partir desse apontamento, o Executivo Municipal deverá elaborar o Termo de Referência (TR) e escolher, após ouvir especialistas e entidades competentes na área, o que melhor se adequa a Tangará da Serra.
“Eles deverão após o estudo, apresentar uma prévia e nós contrataremos uma fundação que elaborará um projeto de acordo com esse estudo”,
frisou o Prefeito.
A segunda etapa do estudo deverá acontecer em 2023, e até o meio do próximo ano espera-se que o Termo de Referência esteja em mãos para licitar o sistema elaborado.




