Movimentos de direita seguem com as manifestações em todo o país. Nesta segunda-feira, um Greve Geral convocada pelas redes sociais parou cidades, entre elas Tangará da Serra, em que cerca de 500 empresas aderiram ao movimento e fecharam suas portas mais cedo.

O chamamento era para que todos fechassem as empresas e se juntassem ao movimento na Praça dos Pioneiros, local de concentração dos manifestantes, que reuniu centenas de pessoas.

Na praça os manifestantes ouviram lideranças, participaram de momentos de oração, assim como atos cívicos.

“A gente vive momentos sombrios e vejo as manifestações de forma muito positiva, uma manifestação ordeira, pacífica, que realmente mostra a nossa indignação quanto a forma como foi conduzido o processo eleitoral. Não é um processo isonômico, onde os dois tiveram o mesmo peso, (…) então as manifestações são necessárias”,

afirma o vereador Eduardo Sanches, ao lembrar que desde o resultado das eleições, no último dia 30, alguns questionamentos foram levantados e até agora estão sem respostas.

O movimento nacional já dura 10 dias e começou logo após a totalização dos votos da eleição presidencial, ocorrida no dia 30 de outubro, quando revelou a vitória de Lula.

“A gente não tem as respostas, e, infelizmente, a gente vê que nos últimos dias iniciou-se realmente uma censura de fato, principalmente em redes sociais, inclusive o deputado federal mais votado do Brasil, e a gente se pergunta: por que não responder aos questionamentos e sim a censura?”,

questiona.

“Acredito nesse levantar do povo brasileiro, mais uma vez, e por isso peço a todos os tangaraenses que participem das manifestações, se você realmente acredita nesse Brasil”.