A 3ª Companhia Independente de Bombeiro Militar (3ª CIBM) de Tangará da Serra está realizando visita a empreendimentos que não estejam com Alvará de Segurança ativo. O objetivo é que de forma simplificada os empreendedores possam fazer a regularização, como informa o Capitão do Corpo de Bombeiros em Tangará da Serra, Caíque Xavier.
“Essa campanha visa simplificar a vida daqueles pequenos comerciantes, pequenos proprietários que querem regularizar em relação ao Corpo de Bombeiros. Buscaremos ajudar nessa exigência e necessidade de que esses empreendimentos se regularizem em relação ao Corpo de Bombeiros, mas de modo simplificado, de modo totalmente online, sem necessidade de um responsável técnico”,
explica o oficial.
“Com isso, não haverá a necessidade de uma vistoria prévia e ele consegue essa certificação, essa regularização junto ao Corpo de Bombeiros e com menor taxa também, uma vez que a taxa de segurança teve o valor bastante reduzido”,
salienta.
A campanha “Edificação Segura” é do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) e objetiva incentivar empresas, comércios e instituições a regularizarem suas edificações de acordo com as normas de segurança contra incêndio e pânico. A intenção é orientar os responsáveis pelas edificações de pequeno e médio portes sobre a obtenção do Certificado de Segurança, que pode ser solicitado online pelo site do CBMMT.
“É específico para edificações menores que 750 metros², que não exerçam atividade de risco”,
frisa Caíque.
Para facilitar ainda mais o serviço, os bombeiros farão a distribuição de material orientativo nos empreendimentos, que terá todas as informações necessárias para proceder a regularização.
“Distribuiremos um QR Code onde ele terá acesso ao portfólio que contém as informações de como proceder”.
Além desse trabalho, os bombeiros realizarão ainda a fiscalização em relação aos alvarás.
“Nesse primeiro momento estaremos orientando e notificando as pessoas a tomarem a iniciativa de regularização”.
Cabe salientar que após o trabalho orientativo, os bombeiros farão novamente uma verificação se o empreendedor buscou se regularizar.
“Num segundo momento, a gente vai realizar a verificação se esses estabelecimentos que visitamos tomaram alguma atitude com relação a regularização e caso não tenha ocorrido isso, faremos a primeira advertência com base na legislação”,
revela Xavier.
“Lembrando que essa cobrança deveria sair do próprio dono do empreendimento em garantir as pessoas que vão ali a segurança para usufruir do que ele fornece”.




