O segundo dia da Semana da Biologia, realizado na Unemat em Tangará da Serra, trouxe à tona reflexões sobre a história natural e cultural do Estado. Com destaque para as áreas da Paleontologia e Arqueologia, o evento apresentou fósseis, ossos e peças preservadas.
O SEBIOTAS 2025 levou o público a uma viagem no tempo com estudos sobre Paleontologia e Arqueologia, destacando a história natural e cultural de Mato Grosso. Pesquisadores apresentaram fósseis e peças que revelam as transformações ambientais ao longo dos séculos. O objetivo foi promover a educação patrimonial e incentivar o turismo sustentável.
O professor Leonardo Souza Lobo destacou a importância dos museus de Ciências Naturais.
“Eles estão ligados a tudo o que envolve a natureza e nossa vida, relacionando-se aos organismos e ao passado geológico”,
explicou.
Segundo ele, peças arqueológicas e paleontológicas são patrimônio cultural e devem ser preservadas.
“Os museus são espaços de turismo, cultura e lazer, estudo e preservação técnica”,
afirmou.
O arqueólogo Lucas Hirooka Lima, da PUC Goiás/Instituto de Pré-História e Antropologia, ressaltou a relevância da arqueologia em Mato Grosso.
“Ainda é uma área pouco difundida. Faltam profissionais que consigam transmitir esse saber”,
disse.
Ele também destacou o potencial de Tangará da Serra para desenvolver o turismo cultural e incentivar novos pesquisadores locais.
As alunas Mábile Caroline da Silva Lima e Isabele Bianca Gonçalves dos Santos avaliaram positivamente o evento. Para elas, a SEBIOTAS trouxe temas diversos e experiências de aprendizado fora da sala de aula, reforçando a importância da preservação da história natural de Mato Grosso.




