16 entidades de Tangará recebem recursos do Fundo Social do Sicredi

A Sicredi Sudoeste realizou nesta terça-feira, 12, a entrega de recursos do Fundo Social 2025 a 16 entidades de Tangará da Serra, oportunidade que o presidente da Cooperativa, Antônio Geraldo Wrobel, destacou a importância da ação.

“Para nós é uma satisfação muito grande poder contribuir com a sociedade, trazer o recurso dos nossos cooperados, parte do resultado da cooperativa que foi gerada em 2024, para poder apoiar essas entidades, as atividades que elas desenvolvem aqui no município, e que tanto bem fazem para a sociedade e para aquelas pessoas que necessitam desse apoio”.

O presidente explicou que o Fundo Social foi criado pela cooperativa com o objetivo de devolver parte dos resultados obtidos ao longo do ano à comunidade. Segundo ele, a iniciativa busca apoiar atividades desenvolvidas por entidades locais, beneficiando pessoas em situação de necessidade e contribuindo para melhorar a qualidade de vida da população.

O gerente da Agência Centro, Luiz Fontana, reforçou o caráter transformador da ação ao destacar o número de entidades que receberam os recursos.

“São 16 entidades beneficiadas com o Fundo Social. Mais uma vez Tangará da Serra sempre muito pujante e o Sicredi sempre muito parceiro da comunidade”.

Fontana lembrou que a cooperativa mantém diversas frentes de apoio ao longo do ano, abrangendo desde financiamentos para produtores e empresas até parcerias com instituições como Rotary, Apae, Lions, Casa do Idoso, entre outros.

“Ajudar a desenvolver a comunidade é papel de cooperativa, é papel do Sicredi. Então onde tem que desenvolver a comunidade nós estamos presentes”,

frisou.

  • Os projetos contemplados foram:

    • Castramóvel do Projeto Abana;
    • O Agente Mirim TGA do Rotary Club;
    • O Holy Music, da Igreja Evangélica Holiness de Tangará da Serra;
    • O Cantar e Crescer, da Igreja Presbiteriana do Jardim Santiago;
    • A aquisição de equipamentos para a sala de fisioterapia da Apae;
    • O Recicla Verdinho, da Associação dos Feirantes;
    • O Encantando a Vida – Violão, da Associação Fonte de Luz;
    • A construção de banheiros para a Pastoral pela Diocese de Diamantino;
    • Ações de prevenção e combate ao abuso pelo Instituto Cristão Beneficente da Vila;
    • O Projeto Moral, do Rotary Club Tangará Cidade Alta;
    • A aquisição de ar-condicionado para salas de atendimento comunitário e de camas de solteiro para a Casa de Oração São Francisco de Assis, ambos pela Diocese de Diamantino;
    • O enxoval de lençóis e toalhas de banho da Associação Nosso Lar;
    • O apoio à Casa Terapêutica Nova Vida pela Associação dos Voluntários;
    • O Banco de Fraldas do Lions Clube Tangará;
    • O Projeto Nova Descoberta da Assembleia Espiritual Local dos Baha’is;
    • E a iniciativa “Os de Fora Sou Cultura Popular” da Associação Cultural Arte e Dança (ACAD).

Instituto da Vila usará recurso social para prevenção e combate ao abuso sexual infantil

Um dos trabalhos contemplados pelo Fundo Social Sicredi deste ano é o “Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual na Infância e Adolescência”, conduzido pelo Instituto Cristão Beneficente da Vila. A instituição é ligada a Igreja Batista da Vila.

O foco é levar informação e conscientização às crianças e adolescentes, com palestras ministradas por uma psicóloga nas escolas municipais. O conteúdo é adaptado para cada faixa etária, usando recursos visuais, cartilhas, cartazes e bonecos pedagógicos que facilitam a compreensão e tornam o diálogo mais seguro, como explica Tiago Matos, supervisor de líderes da Igreja Batista da Vila.

“São 25 escolas este ano, não são todas as salas, mas a gente tem dado prioridade para as primeiras idades”.

Dessas 25 escolas, 17 já foram contempladas com essas palestras, especialmente as crianças de 5 a 9 anos. O projeto visa conscientizar, empoderar e proteger crianças e adolescentes, além de orientar educadores e famílias sobre sinais de alerta e canais de denúncia.

Thiago explica que o recurso do Fundo Social do Sicredi será muito válido para aquisição dos materiais lúdicos, bonecos, impressões, entre outros.

“Foram 6 mil reais esse ano, uma ajuda para comprar os materiais lúdicos, que são bonecos muito bem feitos, material digital, e tudo que a gente precisa para poder estar levando essas palestras”,

agradece.