Os desafios enfrentados na pandemia e a perda do pai transformaram a dor das irmãs Jéssica e Camila Trevizoli e da família, da Imperial Flores Tropicais, no município de Tangará da Serra, em impulso para superar o momento difícil e recuperar a atividade de produção de flores.
E a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), ajudou no processo de retomada do cultivo.
Ao chegar na propriedade, o técnico Henrique Machado de Almeida notou a tristeza da família.
“Eles estavam crescendo no negócio quando veio a pandemia e travou a comercialização. O grande desafio foi incentivá-los a continuar o plantio e deu certo”,
contou, ao destacar que todo o plantio foi reformulado e investimentos em tecnologia.
“Eu sou o tipo de pessoa que procura soluções em vez de desistir. Sempre que ouvia críticas, meu pai reforçava para não dar ouvidos e continuar o negócio. Eu ainda lembro como se fosse hoje da nossa quando vieram as primeiras flores”,
revelou Jéssica.
Camila é responsável pela comercialização.
“Daqui um ano e meio a intenção é ter 80% do que produzíamos antes da pandemia [2019/2020], mas estamos estudando outras possibilidades para a gente ter sempre flores para alegrar”,
disse.
O técnico agrícola Alcidino José de Almeida, que é tio de Jéssica e de Camila, auxilia nas atividades do campo.
“O engenheiro agrônomo do Senar e eu trocamos ideias e essa ajuda foi muito vantajosa para dar continuidade ao plantio”.
A história de Jéssica e sua família foi contada no programa “Nosso Agro”, do Sistema CNA/Senar, e que vai ao ar todos os sábados ao meio dia na TV Bandeirantes.




