O Tribunal Superior Eleitoral aprovou a fusão do PSL com o DEM e a criação da União Brasil, que nasce como o maior partido da Câmara dos Deputados.

A fusão foi aprovada pela unanimidade dos ministros, em ação relatada por Edson Fachin. Ao votar, ele afirmou que verificou neste caso

"o cumprimento de todos os requisitos necessários para a fusão de partidos políticos".

Fachin disse que, entre os requisitos necessários para a fusão, estão contemplados a ata da convenção nacional conjunta, realizada em 6 de outubro do ano passado, a aprovação do programa e do estatuto partidário.

Também mencionou que já há o registro da pessoa jurídica do partido, assim como o nome, sigla e número da legenda, entre outros.

O PSL e o DEM têm, juntos, 81 cadeiras na Câmara, à frente do segundo colocado, o PT, que tem 53. Mas, a tendência é de que entre 20 e 30 deputados bolsonaristas do PSL deixem a legenda.

Eles devem se filiar ao PL, que atualmente tem em seus quadros o presidente Jair Bolsonaro.

O novo partido contará com quase R$ 800 milhões de fundo eleitoral para distribuir aos seus candidatos.