A servidora da Assembleia Legislativa que denunciou ter sido agredida por uma vizinha, esposa de um policial civil, disse se sentir como em um “filme de terror”. Ela também alegou temer pela sua vida após a agressão e a ameaça de morte que diz ter sofrido.
Ela passou por exame de corpo e delito e aguarda a conclusão do laudo para comprovar as agressões.
O caso aconteceu na madrugada do último sábado, 18, em um apartamento de um condomínio no Bairro Cidade Alta, em Cuiabá. A suspeita teria invadido o apartamento com apoio de outro vizinho.
“Desde o último final de semana parece que estou em um filme de terror. Nunca imaginei passar por essa situação. Nunca fiz nada contra essa mulher. Nada, absolutamente nada”, afirmou a vítima.
A motivação seriam reclamações por som alto vindo da residência da servidora. A vítima, no entanto, negou ter elevado o som acima do permitido.
Dia da agressão - A servidora contou que recebeu alguns amigos na noite de sexta-feira, 17, e que os vizinhos “ficaram à espreita” para invadir a sua casa quando eles fossem embora.
Segundo a servidora, ela acabou se esquecendo de trancar a porta e se deitou para dormir. Durante a madrugada, por volta das 3h, diz ter sido acordada já com as agressões. “Quando acordei, essa mulher estava praticamente montada em cima de mim, com o meu corpo preso ao corpo dela e me agredindo com o cassetete do marido, na minha cabeça e braços. No quadril eu também estou com um roxo”, afirma.
Após as agressões, ela disse ter sido ameaçada de morte caso contasse o ocorrido a alguém. “Estou com muito medo, medo de morrer”.
PANCADAS DE CASSETETE – “Vivendo filme de terror”, diz servidora que denunciou agressão
Ela aguarda resultado do exame de corpo de delito




