A proibição da pesca nos rios de Mato Grosso começa a valer a partir desta segunda-feira, 2 de outubro. A piracema segue até dia 1º de fevereiro de 2024 e serve como uma medida para preservar as espécies de peixes, que estão em fase de reprodução.
No estado, são mais de 9.500 pescadores com licença para pesca ativa. A maioria da categoria está preocupada porque, no próximo ano, entra em vigor a lei da Cota Zero, proposta pelo governo estadual e aprovada pela Assembleia Legislativa.
O Conselho Estadual de Pesca (Cepesca) decidiu manter o mesmo período dos últimos anos em todas as bacias hidrográficas do estado. Nas unidades de conservação da categoria de proteção integral, a atividade é proibida durante o ano todo.
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OPERAÇÃO:
O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) lança nesta segunda-feira, 2 de outubro, a Operação Integrada Piracema 2023 - Abertura do Defeso.
A operação tem por objetivo garantir o cumprimento das leis ambientais durante a piracema - período de reprodução dos peixes. Durante operação, serão realizadas ações de fiscalização por meio de barreiras móveis e fixas, patrulhamento terrestre e fluvial.
A ação é integrada, em conjunto com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e o Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam).
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Piracema:
Piracema significa “a subida dos peixes”. É um período em que os cardumes nadam contra a correnteza, para realizar a desova.
Atualmente, Mato Grosso abriga 68 áreas protegidas sob jurisdição da União, do Estado e dos municípios, segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema).
Exemplo das áreas protegidas são o Rio Paraguai ou Juruena, no qual possuem trechos em que passam por essas regiões de proteção.




