Ao menos nove suplentes de deputados estaduais assumiram vaga na Assembleia Legislativa nos primeiros seis meses deste ano. Seja para agenda política fora do Estado, para cuidar da saúde ou até mesmo para tirar férias, os titulares se ausentam e os suplentes, que alcançarem número significativo de votos, mas que não se elegeram, assumem a cadeira no Parlamento.

A “troca troca” de cadeiras custa ao Estado, em média, mais de R$ 100 mil a mais por vaga a cada mês, já que o suplente assume com direito ao salário de deputado no valor de R$ 31,2 mil (valor atualizado em abril deste ano), Verba Indenizatória de R$ 65 mil, e também outros benefícios, como o auxílio combustível que pode chegar a R$ 28,6 mil.

Os deputados licenciados não deixam de receber o recurso, ou seja, a Assembleia Legislativa tem um gasto “dobrado” quando o suplente assume.

Já assumiram o cargo este ano os suplentes:

  • Gilberto Figueiredo (União Brasil);
  • Silvano Amaral (MDB);
  • Alex Sandro (Republicanos);
  • Francis Maris (PSDB);
  • E Leandro Damiani (PSDB).

Atualmente ocupam vagas os suplentes:

  • Xuxu Dal Molin (União Brasil), no lugar do deputado Dilmar Dal Bosco (União Brasil);
  • Valter Miotto (MDB), no lugar do deputado Thiago Silva (MDB);
  • E Reck Junior (PSD) no lugar do deputado Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD).