Com vistas a promover a capacitação técnica e o fortalecimento da rede de atenção à saúde materno-infantil, com foco na identificação precoce, notificação, investigação e acompanhamento das anomalias congênitas, a Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Vigilância Epidemiológica, promovem o 1º Simpósio de Anomalias Congênitas.
O evento será nesta quinta-feira, dia 31 de julho, às 15h, na Associação Comercial e Empresarial de Tangará da Serra (Acits) e terá com palestrantes a doutora Lavinia Schuler-Faccini, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), geneticista e pesquisadora brasileira; doutor Marcial Francis Galera, professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), pediatra e pesquisador brasileiro; bem como, João Matheus Bremm, consultor técnico da Coordenação-Geral de Informações e Análises Epidemiológicas (CGIAE/Daente/SVSA/MS) do Ministério da Saúde.
Com o slogan ‘Notificar também é cuidar’, os organizadores pretendem alertar para o desafio das anomalias congênitas, que representam um importante desafio para os serviços de saúde, não apenas por suas implicações clínicas e sociais, mas porque exigem algo que vai além da técnica.
“A vigilância dessas condições vai muito além de números e gráficos. Ela começa na escuta atenta da mãe, na observação do recém-nascido, na ficha preenchida com cuidado, e se desdobra em ações de cuidado, encaminhamento, acolhimento e políticas públicas mais justas e sensíveis”,
pontua a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Juliana Herrero.
“Quando dizemos que ‘notificar também é cuidar’, estamos reafirmando que cada profissional da saúde é parte fundamental dessa rede de proteção à vida. A notificação correta e oportuna permite que tenhamos diagnósticos precoces, intervenções adequadas e, acima de tudo, a garantia de direitos para essas crianças e suas famílias”,
completa Juliana.
“Este simpósio é um convite à troca de experiências, à atualização técnica, mas também é um chamado ao compromisso ético que temos com os que ainda não têm voz. Porque a vida começa desde cedo e merece ser protegida desde o início”.




