O ano de 2025 tem sido atípico em relação as chuvas que têm caído sobre Tangará da Serra. Conhecida por sua seca hídrica, o município tem sido surpreendido por chuvas fortes que tem causado transtornos e algumas perdas de móveis, em decorrência de casas invadidas pelas águas. Além de transtornos que impossibilitaram tangaraenses a retornarem às suas residências no final do dia, Tangará da Serra contabilizou uma morte em decorrência da chuva desta quarta-feira, 19. A vítima é um senhor, morador da região do Ararão, que foi arrastado pela correnteza. Bombeiros foram acionados, mas o homem foi encontrado na própria propriedade na manhã de quinta-feira, 20.
Moradores antigos do município relatam nunca terem visto o transbordamento de córregos, o que tem acontecido, como no caso do São José, na estrada que leva ao aterro municipal, ocorrido na noite desta quarta-feira, 19, assim como na região do Ararão, onde a estrada foi levada pelo rio que cobriu o local.
Em chuvas anteriores, ainda neste ano, tais fatos também foram evidenciados, o que levou a Defesa Civil Municipal a criação do Plano de Contingência (Placon), que está em andamento com o monitoramento de áreas críticas. A chuva evidenciou para os envolvidos no Placon os locais mais críticos, segundo o secretário de Meio Ambiente, Vinícius Lançone, cuja pasta está vinculada a Defesa Civil.
“Tivemos, conforme dados do Samae, em média 102 milímetros e, chegaram até nós, Meio Ambiente e Defesa Civil, demandas que foram conduzidas em parceria com o Corpo de Bombeiros. Foram alguns extravasamentos da galeria para conduzir as águas na região do Bosque Municipal, na Ismael José do Nascimento e na Nilo Torres, na altura do condomínio Manacá, mas foram situações sem danos permanentes”,
revela o secretário




