Prestes a completar um ano da municipalização da Casa Transitória da Criança e do Adolescente, a secretária de Assistência Social, Márcia Kiss disse que ao olhar para o início da pasta frente a administração das casas há que salientar avanços substanciais, mas sempre no passo de aprender a como fazer e, por isso, a capacitação dos servidores da secretaria foi crucial.

Hoje ainda, de acordo com Márcia, os entraves são muitos por causa do processo que é burocrático e não aceita intervenções, o que acaba retardando algumas ações, mas, assegurou que o trabalho segue dentro do esperado e com muito desejo de melhorar ainda mais.

A partir de agora, a secretaria segue em busca de reformar a Casa do Adolescente, que tem nesse momento seis menores abrigados. Conforme, a secretária, o projeto já está pronto e aguarda aval do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Tangará da Serra (CMDCA), para liberação do fundo para investimento na obra.

“Aguardo que todos os membros do conselho se sensibilizem e que é um bom projeto para ser aprovado, para que a gente consiga ser como foi com o Lar do Idoso e como está sendo com a Apae, que suas reformas foram realizadas com dinheiro do fundo”,

pontua.

Outro ponto destacado dentro da secretaria foi o pontapé no projeto Família Acolhedora que conta com 10 famílias cadastradas e que aguardam somente a capacitação. O Serviço Família Acolhedora (SFA), instituído em Tangará da Serra através da Lei nº 5.707, de 22 de abril de 2022, é um serviço que organiza e acompanha o acolhimento temporário de crianças e adolescentes na residência de famílias acolhedoras selecionadas e habilitadas pela equipe técnica do serviço.