A operação de recaptura de fugitivos do Centro de Detenção Provisória (CDP) em Tangará da Serra ganhou na manhã desta quinta-feira, 16, o reforço de uma aeronave do Cento Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que iniciou as buscas pelo alto, em apoio aos policiais penais e da Força Tática que fazem a movimentação por terra. Além desse reforço, os cães do canil penal da Capital estão em campo, dando suporte a operação para deter os quatro fugitivos. As buscas se concentraram na região do Vale do Sol durante todo o dia do feriado de quarta-feira, 15.
Em participação ao Programa Primeira Hora da Serra FM, o comandante da Força Tática, Tenente- Coronel Osmário Junior disse que as buscas seguem, com foco no cerco montado a cerca de cinco ou seis quilômetros de distância do Centro de Detenção Provisória (CDP), no Município
“Ainda de manhã foi informado que na região do Vale do Sol, quatro indivíduos com as características do CDP foram avistados e, as equipes foram deslocadas para fazerem o cerco àquela região que é formada por aproximadamente oito quilômetros de extensão de mata”,
revela.
Conforme o comandante, os policiais envolvidos na operação tem se movimentado com base no repasse de informações de moradores.
“Eles estão na localidade, estão buscando o apoio nos moradores chacareiros e, por isso, desde a quarta-feira nós montamos um bloqueio a fim de dificultar a saída desses presos que estão homiziados naquela região de mata”,
reforça.
Com a cooperação do helicóptero, as buscas seguiram durante todo o dia “Hoje [ontem] utilizaremos os cães que vieram de Cuiabá para ajudar no trabalho” informou Tenente-Coronel Osmário, ao solicitar a ajuda da população.
“É muito importante o papel da população local no repasse de informações para a qual foi inclusive, criada uma rede de comunicação entre esses moradores e a Polícia Militar buscando facilitar essa comunicação, a fim de identificar os pontos de movimentação e o emprego do efetivo policial”,
ressalta.
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Fuga:
A fuga aconteceu por volta das 4h30 do dia 15 de novembro, quando quatro homens - Caio Otavio Correa, Ailto Carlos de Campos, Gabriel Ramos Vieira e Elbsonde Oliveira dos Santos - saltaram o muro do CDP utilizando uma corda artesanal, a popular ‘teresa’, ganhado uma região de mata que fica aos fundos do local.




