Em parceria VII Comando Regional, 19° Batalhão de Polícia Militar e 1ª Companhia Independente da Polícia Militar de Nova Olímpia, o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Nova Olímpia, Secretaria de Saúde e Patrulha Maria da Penha realizaram na quarta-feira, 06, uma importante ação de conscientização no município.
Os policiais deram apoio ao lançamento da Operação Nacional Átria, com atendimentos às vítimas de violência doméstica e aos agressores. A operação teve foco intensificado nos dias 6 e 7, que antecedem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado nesta sexta-feira, 08.
Durante esse período foram realizadas visitas solidárias nas casas das vítimas, fiscalizando as Medidas Protetivas de Urgência deferidas pela 3° Vara Criminal da Comarca de Barra do Bugres e orientando as vítimas, com o objetivo de prevenir e combater à violência doméstica e familiar contra a mulher. “Essa operação concentra forças na tentativa de reduzir os crimes contra a mulher, especialmente, em função do seu gênero no âmbito familiar e tem duração de um mês, bem como serão estendidas para outros municípios”, informa o Tenente-Coronel da Polícia Militar, Eduardo Henrique Lana, Comandante do 19° Batalhão de Polícia de Tangará Serra.
“Foram realizadas palestras, levando a conscientização dos cuidados e da rede de apoio que cada vítima tem”, pontua.
De acordo com o comandante, as ações devem se estender a outros municípios também. “Aqui em Tangará da Serra estaremos intensificando os trabalhos realizados pela Patrulha Maria da Penha, realizando essas visitas às vítimas de violência doméstica, mostrando que essa vítima tem assistência por forma estatal, pela Polícia Militar e pelos órgãos que compõem as redes de proteção”, reforça o Tenente-coronel, que assegurou a busca dos agressores. “Estaremos empenhados e em busca daqueles que não cumprem as medidas protetivas”, frisa.
Sobre a operação - Átria é o nome da principal estrela da constelação denominada "Triângulo Austral" do hemisfério estelar sul. Tem coloração alaranjada e consta da bandeira do Brasil. Em alusão à posição de destaque da estrela, o nome dado à operação ilustra a ideia de reposicionar mulheres agredidas, retirando-as da condição de vítimas.




