Há três anos, no dia 17 de janeiro de 2021, foi vacinada a primeira brasileira contra a covid-19, a enfermeira Mônica Calazans. Atualmente, o desafio é aumentar a cobertura vacinal do público considerado de risco para a doença, conforme avaliam especialistas.
O médico infectologista Gonzalo Vecina Neto, ressaltou que, embora a pandemia de covid-19 tenha sido “debelada”, o vírus continua circulando e ainda há mortes pela doença.
“Continuam acontecendo mortes pela covid-19. Então uma questão importante é atualizar o calendário vacinal”,
alertou.
Neto ressaltou que atualmente há uma baixa cobertura de vacinação de crianças.
“A mortalidade está muito elevada nas crianças abaixo de 5 anos por causa da baixa cobertura”,
acrescentou. As variantes que estão circulando atualmente têm uma grande capacidade de disseminação, mas uma mortalidade mais baixa. No entanto, a doença pode ainda acometer de forma grave especialmente os grupos que têm menos defesas imunológicas.
Tais grupos são os idosos, crianças pequenas, gestantes e portadores de comorbidades.
No país, as vacinas covid-19 continuam disponíveis e são recomendadas para a população geral a partir dos 6 meses de idade.



